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“Vou continuar cobrando o VLT e tomando maracugina para aguentar o Chiletto”, diz Pinheiro

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Foto: Marcos Lopes/ALMT

O deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR) afirmou que já solicitou ao governo do Estado uma cópia do relatório elaborado pela empresa KPMG sobre as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O parlamentar destacou que, como coordenador-geral da Frente Parlamentar Pró-VLT, continuará pressionando a gestão atual para a retomada das obras.

“Houve pressão e há ainda, é natural. Eu vou pra cima porque eu sei que é isso que a população quer. Custo é problema de governo, por isso ele foi eleito. Eu vou continuar cobrando o VLT e tomando minha maracugina para me acalmar e poder aguentar o Eduardo Chiletto”, disse Pinheiro, se referindo ao conselho dado pelo governador Pedro Taques (PSDB), que mandou os apressados tomarem maracugina ou água de melissa.

 

Durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (27), o republicano não poupou críticas ao secretário de Cidades, e chegou a sugerir que na porcentagem de culpa pelo atraso da obra, 10% seria de Chiletto, 60% do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e 30% do Consórcio VLT.

 

Pinheiro também salientou que Chiletto deveria responder por improbidade administrativa, por omissão. “Se ele continuar com a postura que ele está, ele já será enquadrado na lei de improbidade por omissão, no artigo 5°. Ele vai responder por isso fatalmente”.

 

“Essa postura adotada parece birra com o governo passado. Um assunto tão sério, tão elevado, sendo tratado por uma forma tão pejorativa, tão pequena e mesquinha”, completou, afirmando ainda que a retomada das obras do VLT deveria sair da responsabilidade da Secretaria de Cidades.

 

O parlamentar ressaltou que a decisão de terminar ou não a obra mais importante da Copa do Mundo na Capital é política e administrativa. “Mesmo estando na Justiça, a decisão é de governo”.

 

O republicano finalizou dizendo que Chiletto está tentando justificar o injustificável e assegura que o governo teria feito uma economia maior ainda se tivesse o ouvido desde o início. “Perdemos quase um ano por puro despreparo”.

 

Fonte: HiperNotícias

 

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