Vôlei Kids leva educação, saúde e esporte para 1300 em Mato Grosso
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Vôlei Kids leva educação, saúde e esporte para 1300 em Mato Grosso

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“Ver a seleção brasileira de voleibol jogar deu esperança e motivação para manter o sonho vivo”, disse um dos alunos do projeto Vôlei Kids.

Projeto Vôlei Kids (11)O programa social Vôlei Kids, desenvolvido pelo Instituto Desportivo da Criança com apoio institucional da Federação Mato-grossense de Voleibol (FMTV), desenvolve atualmente, por meio da prática do vôlei, 1300 crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 16 anos, de ambos os gêneros, em cinco cidades e dois distritos da capital. O projeto usa o esporte como instrumento de formação de cidadãos, ao passar valores como respeito, disciplina, convivência e responsabilidade, para ampliar capacidades físicas, psíquicas, intelectuais e sociais.

De acordo com o professor de um dos polos onde ocorrem as aulas, Diego Martins da Silva, formado em Educação Física pela Faculdade Católica Rainha da Paz (FCAP), o projeto começou no município de Cuiabá, com cerca de 50 crianças, no ano de 2003, e até hoje é amparado por investimentos da iniciativa privada. Segundo o educador, a proposta que teve início no sonho de outro docente, chamado Selma Lopes, se tornou referência nacional de programa esportivo de formação de indivíduos. Tendo inclusive aluno convocado para a seleção brasileira escolar.

Projeto Vôlei Kids (21)“Fazemos pesquisas periódicas junto aos pais dos estudantes. Com o objetivo de saber qual o ponto de partida, como a criança está quando entra no projeto, e como as atividades do programa vão se refletindo nela durante a permanência dentro do programa. Posso dizer que dá resultado em educação e constrói a saúde delas. É prazeroso o labor do dia a dia, pois as crianças demonstram respeito e compromisso com o Vôlei Kids. E os profissionais sempre estão presentes e trabalham com seriedade para o bem das crianças e famílias”, avalia Diego.

Um dos inúmeros beneficiados pelo programa social, Kennedy Neves Correa, de 14 anos, morador do bairro Duque de Caxias, na capital, e que está no Vôlei Kids desde 2008, confirma que pelo projeto aprendeu a conviver de forma pacífica com as pessoas dos ambientes sociais que frequenta. Também disse que percebeu os primeiros reflexos positivos nas notas escolares, pois todas subiram para acima da média. E que esse foi um dos resultados mais festejado no seio familiar. Criando um clima de confraternização com os pais.

“Além disso, um tempo atrás meus pais se separaram. Isso me deixou muito triste. Não queria mais saber do vôlei e nem da escola. Daí um professor do projeto foi conversar comigo. E em um desses diálogos mostrou um vídeo em que participei alguns anos antes. Era um vídeo que fizemos para o Criança Esperança mostrando o Vôlei Kids. Nele eu aparecia feliz. Então o professor me perguntou se lembrava daquela criança que eu era naquele tempo. Com toda aquela felicidade demonstrada no vídeo. A lembrança me reanimou”, testemunha Kennedy.

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