Vivendo 2017 “pesado”, Fabris decide se afastar do mandato
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Vivendo 2017 “pesado”, Fabris decide se afastar do mandato

Fonte: Da Redação
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Foto - Alair Ribeiro/MidiaNews

Um dos exemplos de um verdadeiro conflito entre os poderes no Brasil, no caso os legislativos estaduais e o Judiciário, o deputado estadual de Mato Grosso, Gilmar Fabris (PSD), que este ano ficou quarenta dias preso no Centro de Custódia de Cuiabá – CCC por supostamente obstruir a Justiça durante a Operação Malebolge, decidiu se licenciar do mandato. Desde o fim do mês de novembro, Fabris afastou-se de suas funções, mas em virtude de ter requisitado só 30 dias não teve de ser substituído por seu suplente. Como sua licença vai acabar emendando com o recesso parlamentar, o social-democrata deve dar as caras no parlamento somente em fevereiro. Outra hipótese, um pouco mais desastrosa para suas pretensões, é o Supremo Tribunal Federal – STF pacificar de vez a questão em conflito, impedir as Assembleias Legislativas de despacharam no sentido de votar a soltura de deputados presos, como foi com Fabris, e a condição levá-lo novamente à prisão. Nesta semana, inclusive, a alta corte julga uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF, com pedido de medida cautelar, em desfavor da decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro – Alerj que revogou e tirou da prisão, em 17 de novembro, os deputados do PMDB carioca Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi. A Justiça Federal reiterou o pedido de prisão e os levou novamente para trás das grades quatro dias depois. Fabris, no entanto, teve melhor sorte, apesar que seus advogados vêm diferença no seu caso com os parlamentares cariocas. O mato-grossense, porém, mesmo de licença, deve estar de olho no STF…

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