Vice de futebol: reciprocidade explica veto a bandeiras e mascote do...
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Vice de futebol: reciprocidade explica veto a bandeiras e mascote do rival

Fonte: Marco Antônio Astoni
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Reciprocidade. Esta foi a palavra usada pelo vice-presidente de futebol do Cruzeiro, Bruno Vicintin, para explicar o motivo do clube ter vetado a entrada do mascote do Atlético-MG, no Mineirão, bem como de bandeiras e instrumentos musicais da torcida rival, no clássico deste sábado. Assim como acontece com os cruzeirenses e com o Raposão no Independência.

– Até na diplomacia existe a reciprocidade. Essas picuinhas não ganham jogo. Porém o Cruzeiro tem direito de exercer a reciprocidade. Nossa torcida merece respeito, sofre muito no Independência. Estas coisas no clássico – proibição de mascote, bandeira, instrumento – foram criadas pelo nosso rival. Estamos fazendo uma reciprocidade.

Polêmicas do clássico

Sobre as polêmicas entre os dirigentes de Cruzeiro e Atlético-MG, na reunião da Federação Mineira de Futebol, Vicintin alfineta.

– Semana de clássico tem gente que quer aparecer e ter seus 15 minutos de fama. E usam esses detalhes para aparecer. Grandes artistas são jogadores e comissão técnica, não somos nós.

O dirigente cruzeirense, no entanto, deixa aberta a possibilidade para os clássicos do futuro serem disputados com as duas torcidas em número igual no estádio, assim como foi o jogo da Primeira Liga, em fevereiro.

– Minha opinião pessoal é que sempre tem que ter torcida dividida, dá um charme grande ao jogo. Posso falar em nome do Cruzeiro, conversei com presidente Gilvan, caso enfrentemos no futuro podemos ter jogos divididos no Mineirão. O Cruzeiro está totalmente aberto a conversas.