Vereador reúne alocados do Celina Bezerra I e secretário de Habitação
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Vereador reúne alocados do Celina Bezerra I e secretário de Habitação

Fonte: Assessoria
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O vereador e presidente da Câmara de Rondonópolis, Rodrigo da Zaeli (PSDB), reuniu os alocados no residencial Celina Bezerra I e o secretário de Habitação e Urbanismo do município, Paulo José Correia. O objetivo do encontro é levar ao conhecimento dos beneficiados informações referentes às obras e a previsão de entrega dos apartamentos. As dúvidas da maioria são com relação ao número de pessoas inscritas para a quantidade de apartamentos que ainda restam entregar. Segundo o secretário, o número de alocados chega a 3 mil, enquanto o número de apartamentos a serem entregues é cerca de 1,5 mil.

Ele explicou ainda que a união política possibilitou o repasse da contrapartida por meio do Governo do Estado e, consequentemente, a retomada das obras. “Procurei o presidente da Casa de Leis e este foi à Cuiabá para uma reunião com o secretário estadual de Cidades, Wilson Santos, e com o governador Pedro Taques. A visita deu resultado, pois no final desta semana o governador vem à Rondonópolis para anunciar a retomada das obras. Sem essa intermediação não teríamos conseguido. O Zaeli esteve também com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, e solicitou que a União fizesse o pagamento da contrapartida que cabe à União. E acredito que em breve teremos resultados”, disse.

Também lembrou que, com a retomada das obras, a equipe da habitação do município vai fazer uma triagem para identificar os que realmente precisam do benefício e os que não atendem aos critérios. “Há pessoas que esbarram nos critérios sócio-econômicos e estes os tornam inaptos a receberem o benefício. Muitas vezes essas pessoas passam pelo critérios propostos pela secretária de Habitação do município, mas têm restrições em bancos do Governo, como Caixa Econômica, Banco do Brasil e da Amazônia, não podendo, portanto, receber o benefício”, explicou.

O vereador Rodrigo da Zaeli disse que é preciso que a obra seja, o quanto antes, concluída para que estas moradias sejam ocupadas pelos que realmente precisam. “São mais de 1,5 mil  apartamentos e a segunda etapa do Celina Bezerra depende da retomada das obras do primeiro residencial. É mais dignidade aos que precisam e um gasto a menos, pois os beneficiados sairão do aluguel”, concluiu.

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