Vendas de materiais de construção acumulam queda de 14,5% nos últimos 12...
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Vendas de materiais de construção acumulam queda de 14,5% nos últimos 12 meses, diz Abramat

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Para Walter Cover, presidente da entidade, comercializações devem encolher 8% em 2016

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O faturamento deflacionado das indústrias de materiais de construção apresentou queda de 5,9% em agosto em comparação ao mesmo mês de 2015. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (9) pela Associação Brasileira da Indústria dos Materiais de Construção (Abramat). Em relação a julho deste ano, o índice apontou crescimento de 5,6%.

 

Na base comparativa dos últimos 12 meses, a queda foi de 14,5% e no acumulado deste ano (janeiro a agosto), de 12,5%.

 

Quanto o faturamento das vendas de materiais de base, a queda foi de 7,5% frente a agosto de 2015. Em relação ao mês anterior, o índice apresentou crescimento de 3,4%, e no acumulado do ano, variação de -14,0%. Nos últimos 12 meses (julho de 2015 a agosto de 2016), o faturamento caiu 16,1%.

 

As vendas de materiais de acabamento tiveram seu faturamento 3,7% menor se comparado ao que era em agosto de 2015, mas 8,8% maior ao do mês passado. O acumulado do ano apresentou queda de 10,3%, e o resultado dos últimos 12 meses também foi negativo: -12,3%.

 

Para Walter Cover, presidente da Abramat, a redução da queda em agosto não é suficiente para reverter o quadro negativo do ano, previsto para -8%. “O setor aguarda medidas impulsionadoras de atividade na construção, já que o segmento é tradicionalmente o que responde mais rapidamente a incentivos, principalmente no emprego de mão de obra, que é uma das principais preocupações do novo governo”, afirma.

 

O nível de emprego das indústrias de materiais também apresentou queda. O número de vagas foi reduzido em 9,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, e 0,5% em comparação ao mês anterior.

 

O emprego da indústria de materiais de base caiu 0,6% se comparado ao mês anterior, e 9,5% frente ao mesmo mês do ano passado. Quanto ao de base, a queda mensal registrada é de 0,4%, e em relação a agosto de 2015, de 9,3%.

Fonte: Editora Pini e ABRAMAT

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