Unidos até na delação
Supermoveis

Fullbanner2


Unidos até na delação

Fonte: Da Redação
SHARE
Foto - Chico Ferreira -GD

Diferentemente do que pode ter acontecido com muito político de Mato Grosso, nos últimos dias, o deputado federal, Carlos Bezerra (PMDB), não terá muito problema de ter que encarar a família e explicar em casa o que, de fato, ocorreu, em todo tempo que se relacionou com o ex-governador delator, Silval Barbosa, do seu partido e em todo tempo apoiado por ele, mas que agora o acusa de diversas fraudes milionárias. Isto porque, a esposa do parlamentar, a ex-deputada estadual, Teté Bezerra (PMDB), também foi citada pelo ex-gestor no verdadeiro “Armagedom” que Silval resolveu anunciar, com vídeos e outras provas, na tentativa de desmoralizar boa parte da classe política do estado. Teté aparece, junto a outros 23 parlamentares da legislatura passada, da Assembleia Legislativa Estadual, em uma lista de controle que supostamente seria para balizar o governador na execução do chamado “mensalinho”. A prática, segundo assumiu Barbosa, consistia na compra de apoio dentro do legislativo. Segundo Silval, inicialmente os deputados queriam cerca de R$ 1 milhão para aprovar suas contas, mas o valor acabou sendo fechado em R$ 600 mil para cada, entre os anos de 2012 e 2013. Teté, como quase todos os envolvidos, nega ter se vendido ao Executivo.

Em nota enviada a imprensa por sua assessoria, “a ex-deputada, Teté Bezerra, afirma que, ao longo dos três mandatos como deputada federal e do mandato de deputada estadual nunca negociou com quem quer que seja para a aprovação de projetos na Câmara dos Deputados ou Assembléia Legislativa de Mato Grosso e que essa é uma prática que abomina e não faz, nem nunca fez, parte de sua vida pública. Teté informa que está à disposição da Justiça para prestar qualquer esclarecimento que se fizer necessário”

 

Montreal