Silval joga óleo no caminho de Fabinho
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Silval joga óleo no caminho de Fabinho

Fonte: Da Redação
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Foto - Rogério Florentino/OD

O jovem deputado federal, Fábio Garcia (PSB), começou de forma grande sua trajetória política federal sendo líder de bancada e líder do seu partido no estado. No entanto, de alguns meses para cá, as nuvens negras tem tomado conta do céu do congressista, que se viu perseguido pela direção nacional do seu próprio partido, destituído da condição de líder partidário, ameaçado de expulsão e agora delatado pelo ex-governador, Silval Barbosa (PMDB). O ex-gestor estadual, que acertou acordo de delação premiada com a Justiça, afirma que Garcia teria feito parte de um esquema milionário que desviou uma grande quantia de óleo diesel que era para ser de Mato Grosso, mas que acabou sendo vendida em uma ação ilícita, gerando a quantia de R$ 2,7 milhões para os envolvidos. O valor foi repartido, segundo Silval, entre o ex-secretário de Barbosa, Pedro Nadaf, Fábio Garcia e o próprio ex-governador, entre os anos de 2012 e 2013, ou seja, ainda antes de “Fabinho”, como é carinhosamente chamado, ter entrado na vida pública eletiva. Segundo explicou o delator, o esquema consistiu numa manobra feita pelo atual deputado, ainda enquanto diretor da Termelétrica Pantanal, para capitalizar sobre um óleo diesel pertencente a empresa que atuava e que recém havia sido arrendada para a Petrobrás. Em acordo com Nadaf e o próprio Silval, ainda de acordo com a delação, Fábio procedeu com uma simulação de doação do material ao estado para posteriormente os três venderem o montante e recolherem os recursos para seus caixas pessoais. ” “Essa doação simulada para o Estado foi feita para dar baixa do óleo diesel, pois a empresa iria voltar a funcionar a gás”, detalhou o ex-governador à Justiça. Garcia chamou a acusação de calúnia e disse que nunca participou do esquema e negou ter recebido benefício para ele ou mesmo para a empresa.

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