Senador da República chama Ministério Público de MT de ‘irresponsável’
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Senador da República chama Ministério Público de MT de ‘irresponsável’

MP vazou para a imprensa uma ligação solidário de Fagundes ao ex-governador, que agora está preso, quando sua mulher, Roseli Barbosa, havia sido então pega pelo Gaeco

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Lucas Bólico - OD

O presidente do PR de Mato Grosso, senador Wellington Fagundes, chamou o Ministério Público do Estado de ‘irresponsável’. A declaração foi dada durante entrevista ao programa SBT Comunidade, na última terça-feira (5).

Questionado pelo apresentador Cláudio Santos se ele já teria visitado o ex-governador Silval Barbosa (PMDB), o ex-presidente da Assembleia Legislativa, ex-deputado estadual José Riva (sem partido), e os ex-secretários Eder Moraes, Pedro Nadaf e Marcel de Cursi no Centro de Custódia de Cuiabá, Fagundes disse que ainda não visitou por causa de um áudio que o Ministério Público, segundo o senador, teria vazado de uma conversa que ele teve com Silval Barbosa.

A conversa entre o ex-governador e Wellington Fagundes aconteceu logo que a ex-primeira dama do Estado, Roseli Barbosa, mulher de Silval, foi presa pelo Gaeco em decorrência da Operação Arqueiro.

Sem saber quem seria o autor do vazamento, o senador disse que o Ministério Público foi ‘irresponsável’ ao vazar para a imprensa o áudio da conversa dele com Silval Barbosa. A intenção dele na ligação com o ex-governador seria para se solidarizar por causa da prisão de Roseli Barbosa.

Com receio da situação, Wellington parece ter deixado claro que não deve visitar o quinteto enquanto estiverem no Centro de Custódia de Cuiabá. Roseli foi presa no dia 20 de agosto, uma quinta-feira, em seu apartamento na capital paulista.

A ex-secretária da Setas é acusada pelos promotores do Gaeco de desviar em torno de R$ 8 milhões dos cofres da Secretaria. O suposto desvio teria ocorrido entre os anos de 2012 e 2013.

As investigações realizadas pelo Gaeco começaram após a divulgação de erros grotescos em apostilas que estavam sendo utilizadas nos cursos de capacitação em hotelaria e turismo promovido pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social.

Segundo o MPE, a pessoa contratada responsável para elaboração do conteúdo das apostilas possuía apenas o Ensino Médio completo. Em interrogatório ao Gaeco, a moça disse que recebeu R$ 6 mil pelo serviço e que teria copiado o conteúdo da internet.

Fonte: Matogrosso Mais

Montreal