Sem foco de mosquito, novo cemitério segue em obras
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Sem foco de mosquito, novo cemitério segue em obras

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Foto: Assessoria

Ao contrário do que foi veiculado nas redes sociais e setores da imprensa, não foi identificado nenhum foco de criadouro de mosquito Aedes aegypti nos lóculos do cemitério Parque Campo da Paz, alagados após as fortes chuvas desta semana. A afirmação é do secretário de Infraestrutura e vice-prefeito, Eraldo Fortes que informou que as obras foram retomadas, todas as unidades abertas foram fechadas e aterradas.

Localizado a pouco mais de cinco quilômetros da cidade, na MT-130 sentido Paranatinga, a nova necrópole de Primavera do Leste contará com 1.665 lóculos (pequenas cavidades onde são depositadas as urnas funerárias), totalizando um investimento de mais de 1,2 milhões.

Atualmente o cemitério conta com 269 lóculos e 160 sepultamentos, com a retomada das obras o secretário destacou que todo processo de drenagem da água acumulada durante as últimas chuvas já está concluído. “As obras no novo cemitério foram suspensas apenas no período de chuva, mas já retomamos e até julho a primeira etapa do projeto estará concluída.” – explicou Eraldo Fortes.

Ainda de acordo com Fortes, o projeto do cemitério contará com parte administrativa, local para velório, banheiros e estacionamento. “Nossa intenção é terminar as obras até o fim do ano com todo paisagismo e jardinagem finalizados”.
Concebido como um grande parque, a necrópole obedece a toda legislação ambiental, “ o conceito é criar um grande parque onde as famílias não poderão construir sepulturas capelas ou mausoléus, serão permitidas apenas placas de identificação com medidas especificadas, com o paisagismo e grama que serão implantadas queremos tornar o ambiente agradável e bonito” explicou Fortes.

 

Meio ambiente

 

A preocupação ambiental também faz parte do projeto do novo cemitério. Além dos cuidados ambientais estabelecidos, também a proteção à saúde das pessoas, pois o necrochorume, que é o líquido liberado com a decomposição dos restos mortais, se infiltra no solo e pode atingir o lençol freático e, ainda, transmitir doenças por causa da sua elevada carga biológica de vírus e bactérias. Para sanar este problema, foi adotada uma nova tecnologia, que consiste em uma manta forrada no fundo das urnas que transforma o necrochorume em gel evitando o contato com solo.

O coordenador de Meio Ambiente Isaias Borges Gomes, destaca que a manta custará em torno de R$ 40, “ além de evitar o contato de substâncias com o solo, a manta tem um número de série e uma ficha que deve ser preenchida ainda na funerária durante a preparação da urna para o sepultamento e posteriormente encaminhada ao setor de meio ambiente, certificando a utilização.”- explicou o coordenador.

Montreal