Segundo jornalista preso, mulher de Getúlio escreveu matéria inverídica contra Bortolin em...
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Segundo jornalista preso, mulher de Getúlio escreveu matéria inverídica contra Bortolin em Primavera

Fonte: Da Redação
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Gisele e Getúlio Viana. Foto - VitrineTop

Um vídeo divulgado na íntegra, nesta semana, que já está anexado ao processo de investigação comandado pelo Ministério Público Estadual (MPE), revela um pouco mais do que a tentativa de extorsão cometida pelo jornalista João Paulo Reis de Rezende, de um site de Primavera do Leste, ao candidato a prefeito da cidade, Leo Bortolin (PMDB).

Na conversa gravada por Léo, em uma ação já informada previamente e de conhecimento do MPE, João ressalta que o grupo político adversário ao peemedebista na disputa teria oferecido a ele R$ 20 mil pela divulgação apenas de uma matéria com conteúdo falso sobre Bortolin. Aparentemente, a candidata Carmem Betti (PSC) não tem ligação direta com o caso, mas sim o ex-prefeito da cidade e seu principal cabo eleitoral Getúlio Viana. Gisele Ferreira, mulher de Getúlio, teria sido responsável, inclusive, por redigir o texto inverídico contra Léo, segundo João fala no vídeo.

Nos últimos dias, uma enxurrada de baixarias e desinformações invadiram os celulares primaverenses com conteúdos de ataques pessoais e informações falsas na tentativa de denegrir o candidato do PMDB. Coincidentemente, a carga aumentou depois que pesquisas recentes demonstraram a boa possibilidade de uma vitória esmagadora de Bortolin nas urnas no próximo domingo (19), quando ocorrerão as eleições extemporâneas, necessárias após cassação do mandato de Getúlio Viana, retirado do cargo por ser considerado “ficha suja” pela Justiça Eleitoral.

No vídeo que chegou a reportagem  e feito por Léo para se proteger, o jornalista ressalta ainda o nome de Jarbas, ex-secretário de Administração de Getúlio e um dos homens de sua maior confiança.

Após combinar o pagamento de R$ 10 mil para que o profissional da comunicação não publicasse a matéria do grupo adversário, que trataria sobre uma possível demissão em massa realizada por Léo após alguns funcionários da Prefeitura participarem de convenção do grupo opositor ao seu, o atual chefe do executivo da cidade (herdou a cadeira por ser o presidente da Câmara no ato da cassação da chapa de Getúlio) informou à polícia que a prisão em flagrante do jornalista com o dinheiro foi realizada. Até o momento, o caso corre sem mais desdobramentos e deve seguir em sigilo.

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