Seduc e Cejas discutem políticas públicas para educação de Jovens e Adultos
Supermoveis


Macropel

Seduc e Cejas discutem políticas públicas para educação de Jovens e Adultos

Fonte: NOTÍCIAS DE MATO GROSSO com Assessoria
SHARE

Diretores e coordenadores dos 23 Centros de Educação de Jovens e Adultos (Cejas), assessores pedagógicos que atendem essas unidades escolares e técnicos da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) se reúnem em Cuiabá, nesta quinta e sexta-feira (29 e 30.06), no auditório do órgão, para discutir as políticas públicas de atendimento à modalidade de ensino.

De acordo com o secretário adjunto de Política Educacional da Seduc, Edinaldo Gomes de Sousa, a Educação de Jovens e Adultos é destinada a pessoas que não deram continuidade aos seus estudos ou que não tiveram acesso ao Ensino Fundamental e/ou Médio na idade apropriada. Nos últimos anos, a modalidade passou por reformulações e por isso é preciso realizar debates e formações dos profissionais que atuam na área.

Atualmente, a Seduc atende cerca de 32 mil alunos na modalidade EJA.

“Houve mudanças nas modalidades ofertadas de ensino, no perfil do aluno ingressante, por exemplo, e temos o desafio de repensar o modelo, tendo em vista o atendimento às diversas expectativas trazidas pelo público da EJA. Os Cejas estão desenvolvendo metodologias do início e precisamos avançar”, destacou o secretário, ressaltando que a meta é ampliar as modalidades do ensino, definir a organização pedagógica e políticas públicas para serem implantadas a partir de 2018.

Para o superintendente de Diversidade da Seduc, o encontro serve também para os profissionais dos Cejas trocarem experiências. “Apesar de todos atendermos jovens e adultos, cada região tem suas particularidades. Então, é importante ouvir os professionais, saber como eles estão se organizando e conhecer as necessidades de cada local, para melhorar, pontualmente, as especificidades de cada Centro”.

Ele destacou que o que se pretende, dentro da proposta de governo, é erradicar todo tipo de analfabetismo existente, fazer com que os alunos avancem nos estudos, que terminem os Ensino Fundamental e Médio. “Para isso, precisamos oferecer uma educação de qualidade e desse conjunto de pessoas pensando na melhoria dos Cejas, além disso, dar suporte ao professor e às equipes gestoras e pedagógicas, para que tudo caminhe bem”.

O diretor do Ceja de Confresa, que atende 1.200 alunos, Sérgio Ferreira da Silva, observou que o momento é importante para debater as demandas de cada região e receber novas orientações para o fortalecimento dos Centros. “Buscamos a melhoria do atendimento, aqui vamos trocar experiências e levaremos novas orientações para o chão da escola para que possamos oferecer oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características dos alunos, seus interesses, condições de vida e de trabalho”, avaliou.

Para ele, o desafio é criar um sistema que possa atender de modo satisfatório um grupo tão diverso de estudantes, que abrange alunos em várias etapas da vida.

Montreal