Secretária de Educação pede sindicância em almoxarifado deixado por gestão de Ana...
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Secretária de Educação pede sindicância em almoxarifado deixado por gestão de Ana Carla Muniz

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Foto - ATribunaMT

A secretária municipal de Educação da gestão Zé Carlos do Pátio (SD), Carmem Garcia Monteiro, solicitou, nesta semana, uma sindicância à Procuradoria Geral do Município para passar a limpo o almoxarifado municipal onde são acumulados os mais diversos itens comprados pelo Executivo para atender as dezenas de creches e escolas municipais de Rondonópolis. Isto porque, os relatórios deixados pela gestão anterior da Educação Municipal, comandada pela ex-primeira dama, Ana Carla Muniz, estão apresentando desconformidades entre o que a então Comissão de Inventário relatou que tinha estocado com o que realmente foi encontrado e que consta no sistema digital de controle.

De acordo com o documento enviado por Carmem, já foram realizadas diversas reuniões com representantes da empresa Ábaco, responsável pelo controle digital, neste ano, para tentar entender o que ocorreu na última gestão, ou seja, o porque alguns itens adquiridos foram adquiridos e não entraram no sistema. Inicialmente, a secretária ressalta que acionou o Controle Interno Municipal e o Departamento de Contabilidade para detectar o possível “erro”. A tal Comissão de Inventário, que deveria ter detalhado cada item presente no estoque, cita em alguns dos relatórios vários produtos, mas sem dar o necessário código dos mesmos e impedindo com isso qualquer controle transparente e efetivo.

A atual secretária ainda ressalta que o ex-gerente do Departamento de Infraestrutura Escolar e o ex-gerente de Divisão de Material e Patrimônio de Ana Carla Muniz se negaram a assinar os relatórios do sistema de controle, onde constam os saldos mensais do estoque, no período que compreende janeiro até novembro de 2016. Neste mesmo período, foi onde a antiga gestão executou o pregão 28/2016, precisamente publicado no mês de maio, e que agora é investigado pelo Ministério Público Estadual – MPE por possível sobrepreço e superfaturamento de vários produtos adquiridos em um total de R$ 9,5 milhões.

O pedido de sindicância vem atrelado a informação de que por todo o imbróglio administrativo implantado pela gestão anterior, os lançamentos contábeis do que entrou e saiu do almoxarifado da educação municipal não são executados desde janeiro de 2016.

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