Sachetti reforça que não existe compromisso com reeleição de Taques
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Sachetti reforça que não existe compromisso com reeleição de Taques

Fonte: Da Redação NMT
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Foto - Assessoria/Câmara

 

Embora o governador Pedro Taques (PSDB) tenha dito, recentemente, que o grupo que o elegeu em 2014 segue firme, forte e junto, falas recentes do ex-senador da República, Jayme Campos (DEM), e mais precisamente do deputado federal, Adílton Sachetti (sem partido), nesta semana, dão conta de que a parceria realmente existe e seguirá até o fim da atual gestão do Governo do Estado. Os dois, no entanto, excluíram qualquer compromisso envolvendo reeleição neste pacote. Sachetti disse em entrevista a uma rádio de Mato Grosso que a possibilidade dos dissidentes do PSB, onde incluem-se o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes e o também deputado federal, Fábio Garcia, além de si mesmo, estarem novamente juntos com o tucano em uma reedição do projeto de quatro anos atrás existe, mas que não há nada previamente acordado neste sentido.

“Nós fizemos uma caminhada junto com o Pedro Taques, isso não resta dúvida. Estamos juntos com ele. Hoje, meu grupo político ajuda o governador. Mas nós assumimos o compromisso de fazer uma eleição com o Taques. Não assumimos compromisso ‘ad eternum’ para andar junto com o Taques em todas as eleições”, sinalizou. Nos bastidores, crescem a cada dia o nome de Mauro Mendes e do próprio Adílton como possíveis candidatos a chefia do Palácio Paiaguás. Taques, por sua vez, tem reiterado a preocupação com a gestão e evitado falar dessas questões atualmente. Um pouco mais incitado a se posicionar, porém, tem demonstrado semblante de tranquilidade e feito falas no sentido de garantir que ainda vê todos ao seu lado. Fatos dos últimos dias, todavia, têm demonstrado que até mesmo dentro do seu PSDB e do PSD do seu vice, Carlos Fávaro, tem gente resistente ao seu nome.

Por fim, Sachetti reiterou na entrevista que o apoio a gestão atual será irrestrito e até o fim, conforme acordado com a sociedade, e deixou para abril do ano que vem qualquer norte mais preciso sobre as composições partidárias. O deputado, junto aos outros colegas que bateram asas do PSB, estão conversando com várias siglas e a tendência é que realmente filiem-se todos numa mesma casa. O DEM surge como o destino mais provável.

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