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Sachetti e Fagundes vão cobrar sinal firme de internet das operadoras de telefonia para municípios em Mato Grosso

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A melhoria no sinal de internet nos municípios de Mato Grosso, principalmente naqueles mais distantes da Região Metropolitana de Cuiabá, está entre as prioridades dos candidatos da coligação ‘A Força da União’ para o Senado, deputado federal Adilton Sachetti (PRB), e ao governo do Estado, senador Wellington Fagundes (PR). O tema foi abordado durante a Roda de Conversa, em Cáceres, neste domingo (23), com participação de centenas de pessoas da região oeste mato-grossense.

Atualmente, segundo Sachetti, a internet é uma ferramente que assegura oportunidades iguais de trabalho. “A internet deve ser utilizada para construir cidadania e igualar as chances. É para dar oportunidade às pessoas”, observou ele, ao lado de Wellington e dos candidatos a deputado federal Ezequiel Fonseca e estadual Valter Zacarkim (PTB).

“As guerras do futuro não mais serão de armas, mas em tecnologia. Como desligar um sistema de telecomunicações de um país. Vamos cobrar da Anatel, pois o Brasil acabou de instalar um novo satélite próprio. E a região da Amazônia Legal é estratégica para o Brasil”, complementou Wellington.

Sachetti crê a melhora no sinal de internet tende a ser um debate que não há mais como ser adiado e o problema deve ser resolvido. “Devemos melhorar a internet nos municípios de Mato Grosso. Sabemos que é um dos problemas prioritários que vou trabalhar para resolver, no Senado. Tem operadora que vende pacote e não consegue levar a intenet ao consumidor. Não! Não dá para aceitar isso! Lá fora, em outros países, já se fala em internet 5G e aqui alguns municípios não conseguem nem mesmo 1G”, criticou Sachetti.

Sachetti e Fagundes vão exigir que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) busque um caminho apra resolver o problema. “Ou as operadoras resolvem ou o govenro federal busca caminho. Vários lugares do Brasil perto dos grandes centros são bem atendidos. Já as pessoas do interior de Mato Grosso e de outros estados não recebem o serviço”,  justificou Sachetti.

Hidrovia Paraguai–Paraná

A viabilidade econômica-ambiental da Hidrovia Paraguai-Paraná  foi apontada por Wellington Fagundes e Adilton Sachetti. Quando estiver funcionando, a hidrovia tende a receber     até 20 milhões de toneladas de grãos e carne, entre outros produtos,  pela Bacia do Prata, saindo do Porto de Morrinhos até Nueva Palmira, no Uruguai, chegando ao Oceano Atlântico.

“Mato Grosso não pode prescindir das hidrovias. Devemos viabilizar algumas e é essencial que a Hidrovia   Paraguai-Paraná”, afirmou Adilton Sachetti.