Rotary Club, 113 anos de fundação, meio século em Rondonópolis
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Rotary Club, 113 anos de fundação, meio século em Rondonópolis

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Rotary Club, 113 anos de fundação, meio século em Rondonópolis

Sabemos que há uma teia de aranha hereditária, que vem sendo passada por gerações. Também sabemos do fazer o bem, sem olhar a quem. E, sobre esse prisma sentimos que um clube de serviço está inserido, e atuante no nosso meio rondonopolitano. São seis agremiações, com suas demandas desde o ano de 1968. Registro aqui que é uma vida dedicada só a Rondonópolis, pois representa meio século de atuação.

Aqui, no nosso seio, estão importantes projetos ou ações desenvolvidas pela instituição, entre elas:

– Plantio de árvores.

– Mantenedor do Lar dos Idosos “Paul Percis Harris”.

– Ações desenvolvidas pelo Rio Vermelho.

– Conscientização no trânsito.

– Projeto Limpa Rondonópolis, que promove a limpeza nos bairros.

– Mantenedor da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – Apae.

– Atividades de conscientização ecológica.

– Banco de Cadeiras de Rodas.

– Projeto “Um Fio de Amor”, que arrecada cabelos para confecção de perucas para pacientes com câncer.

– Projeto Karatê Mais.

Tudo isso é feito sem alarde, teatralização ou espetacularização propagandista. Fazer por fazer, como prega o mentor desta agremiação que completa 113 anos hoje, fundada por Paull Harris e mais três bons filhos de Deus.

O senhor Barry Rassin, presidente do RI de 2018-19, quer que todo rotariano “Seja a Inspiração”. É o que sempre se pregou e demonstrou no Rotary, por todos os seus membros, desde aquela metrópole rica, como Nova Iorque, ou até o distrito mais longínquo possível, como Alto Coité, em Mato Grosso.

Veja bem, mesmo aquela distante comunidade tem recebido a representação rotariana, se não tem um clube ali, tem a sua extensão quando chegam as gotinhas para conter a enfermidade da pólio, que é um objetivo importante que o Rotary quer alcançar: o zeramento desta doença, que tanto preocupou e ainda preocupa as famílias, as comunidades e aos pares do clube de serviço, e que aos poucos está perdendo a pauta, pois já é denotada a sua relevante diminuição, e a quase extinção.

Quando plantamos árvores, mudas e embelezamos nossos jardins, sabemos da tese de Pablo Neruda, quando afirma que: “Podes cortar todas as flores, mas não podes impedir a Primavera de aparecer”. É isso que vemos no Rotary, a perpetuação do bem, do fazer sem precisar olhar nos olhos, sem esperar agradecimento ou reconhecimento.

Ninguém é reconhecido como a maior e mais respeitável organização não governamental da humanidade, e, ainda ser membro das Nações Unidas, um dos três membros que não são países, entretanto o são pela sua importância. E só se alcança tamanho privilégio quem tem produzido o suficiente para merecer tamanha fidalguia.

O Rotary tem os meus mais sinceros sentimentos de respeito.

Parabéns rotarianos!

 

Hermélio Silva

Escritor rondonopolitano.

23.2.2018, às 13h42.