Rossato é cogitado como vice de Mauro e pode rebaixar projeto de...
Adventista



Rossato é cogitado como vice de Mauro e pode rebaixar projeto de juíza

Fonte: Da Redação NMT
SHARE
Montagem NMT com Rogério Florentino/OD - Gilberto Leite/RDNews

O pré-candidato a governador pelo PSL de Jair Bolsonaro em Mato Grosso, Dilceu Rossato, ex-prefeito de Sorriso, pode acabar recuando da ideia de protagonismo que vem trabalhando há alguns meses para vir ser o vice de Mauro Mendes (DEM), segundo mais recentemente tem se comentado nos bastidores da política estadual. Isto porque, seu amigo pessoal e sócio, Otaviano Pivetta (PDT), não tem tanto amor assim na ideia de compor a chapa, já que gostaria mesmo de encabeçar um projeto. O pedetista chegou a anunciar também uma pré-candidatura ao Palácio Paiaguás, em meio a indefinição de Mendes, mas seu projeto naturalmente perde força com a efetivação do democrata.

Com a candidatura de Mauro, o que parece inevitável segundo os últimos acontecimentos, Pivetta tem se colocado à disposição para coordenar a campanha e vê com bons olhos a aproximação de Rossato, que traria consigo o PSL e teria no próprio Pivetta o anfitrião responsável por sua chegada com espaço no arco de aliança. Outro que gostou demais da ideia é o presidente do PSL no estado, o atual deputado federal, Victório Galli (PSL), que recebeu o comando do partido do próprio Bolsonaro. A nova possibilidade, porém, é uma péssima notícia para a juíza recém-aposentada, Selma Arruda, já que possivelmente a nova composição a faria cair para a disputa de uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa.

Na chapa que deve levar o nome de Mauro, as duas vagas para a disputa do Senado Federal devem ficar com o ex-governador e ex-senador, Jayme Campos (DEM), e outra com o atual deputado federal e ex-prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (PRB). Nesta situação, tudo vai depender da composição que se fará para a proporcional, mas caso Selma venha oferecer riscos para o projeto pessoal de reeleição de Galli na Câmara Federal muito provavelmente ela deverá ter como única opção a de lutar para ser deputada estadual. Sem Rossato candidato ao Governo de Mato Grosso, o PSL não tem outro caminho a não ser compor com algum dos projetos já em curso. Em qualquer um dos que já estão em desenvolvimento, não haverá duas vagas para o partido na majoritária, ou seja, vice-governadoria e senado, até porque o que o partido tem a oferecer em termos de tempo de televisão e estrutura política e de campanha é muito pouco.