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Rodrigo Maia diz, no ES, que apoio de Hartung pode ajudar em reeleição

Fonte: Do G1 ES
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A convite do governador Paulo Hartung (PMDB), o atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), esteve no Espírito Santo em reunião com parte da bancada capixaba, na manhã desta quinta-feira (26), na residência oficial do governo, em Vila Velha.
Maia se prepara para uma possível candidatura na eleição para a presidência na Casa, prevista para 2 de fevereiro. Questionado se a vinda tinha como objetivo conseguir votos dos parlamentares do estado, o atual presidente da Câmara disse que Hartung pode ajudar.

“Eu acho que o governador vê com muita simpatia a minha candidatura. Isso me deixa muito orgulhoso porque o governador Paulo Hartung, sem demérito aos outros, é um dos dois ou três melhores governadores que o país tem. Então, isso também ajuda no convencimento ou pelo menos numa análise positiva de parte da bancada do Espírito Santo a favor da minha possível candidatura”, afirmou.

Também participaram da reunião o secretário de Estado da Casa Civil, José Carlos Fonseca Júnior, e os deputados federais Beto Mansur (PRB-SP), Lelo Coimbra (PMDB), Carlos Manato (SD), Evair de Melo (PV) e Paulo Foletto (PSB).

Maia disse não ter medo de ter sua candidatura barrada pelo Supremo Tribunal Federal. Ele fala que a Constituição impede a reeleição de quem foi eleito e ocupou o mandato por dois anos, o que não ocorreu, já que ele entrou na presidência no lugar de Eduardo Cunha (PMDB), que renunciou e teve o mandato cassado.

O deputado avaliou a conversa com Hartung e os demais deputados como positiva, destacando a participação da Casa na efetivação das mudanças propostas para que o país possa superar a crise.

“Esse é o principal papel da Câmara, independentemente da posição em que eu esteja nos próximos dois anos. É um papel de protagonismo na votação das reformas para que o Brasil saia da crise”.

Sobre a reforma trabalhista, o deputado afirmou que a expectativa é de que ela seja aprovada, e que a legislação trabalhista tem sido um impeditivo à geração de emprego no país.

“Estamos exportando empregos, exportando investimentos, porque é inviável você gerar emprego no Brasil. É uma função de herói você ter uma empresa e gerar emprego, não apenas pelo custo da contratação, mas pelo passivo que fica depois, pelos absurdo das decisões que a Justiça do Trabalho toma no país”, disse.