Renato confessa “trauma” com vice da Libertadores em 2008: “Não engoli”
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Renato confessa “trauma” com vice da Libertadores em 2008: “Não engoli”

Fonte: SporTV.com
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Campeão da Copa do Brasil no ano passado, o Grêmio tem pela frente a Libertadores neste ano, em situação que o técnico Renato Portaluppi já viveu em 2008, pelo Fluminense. Com o treinador, o Tricolor carioca venceu a competição nacional em 2007 e, no ano seguinte, terminou com o vice do torneio sul-americano.

A derrota, na decisão, para a LDU, do Equador, diante de um Maracanã lotado, deixou um “trauma”, como confessa Renato.

– Eu não engoli – disse, em sua participação no “Bem, Amigos!”.

Após perder por 4 a 2 em Quito, no jogo de ida, o Fluminense venceu a partida de volta por 3 a 1, com três gols de Thiago Neves. Nos pênaltis, o goleiro Cevallos brilhou, e os equatorianos levantaram a taça. Renato Portaluppi afirmou que, apesar do vice-campeonato, não faria nada diferente.

– Eu não faria nada de diferente. Você disputa uma Libertadores, chega a uma final do jeito que o Fluminense chegou, passando por Boca e São Paulo. Foi contra a LDU. Não jogamos bem o primeiro jogo, mas recuperamos no Maracanã. O que nós fizemos de errado? Onde nós erramos? Eu não vi erros. Infelizmente nós perdemos – afirmou.

Renato declarou ainda que, após o terceiro gol do Fluminense, tinha confiança de que o Tricolor marcaria o quarto gol e chegaria ao título.

– Tive essa impressão. Tanto é que, depois do primeiro jogo, que nós perdemos de 4 a 2, eu falei: “No Maracanã, a gente vai reverter”. Meus melhores batedores erraram. Perder uma Libertadores nos pênaltis é doloroso.

Neste ano, com o Grêmio, Renato terá pela frente na fase de grupos o Guaraní (Paraguai), Zamora (Venezuela) e Deportes Iquique (Chile). O técnico projeta que, se fizer boa campanha, o Tricolor jogará todas as partidas decisivas do mata-mata em Porto Alegre.

– A grande vantagem do Grêmio é que, você tendo a melhor campanha, você vai sempre jogar o segundo jogo dentro de casa. Na minha opinião, isso é muito bom. Eu falava para a diretoria do Grêmio no ano passado que era muito melhor. É muito melhor jogar para 50 ou 60 ou 70 mil pessoas ao seu favor. Eu penso dessa forma. Se você tem o primeiro jogo em casa e não for feliz, você vai ter que decidir na casa do adversário.