Recuperandos tem acesso à educação nas cadeias públicas
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Recuperandos tem acesso à educação nas cadeias públicas

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Assessoria/Sejudh

As ações promovidas nas cadeias públicas de Arenápolis, Nortelândia e Diamantino foram avaliadas pelo gestor da pasta, Márcio Frederico de Oliveira Dorilêo, durante visita realizada a estas unidades na última quarta-feira (10.06). As visitas iniciadas em janeiro compõe o plano de gestão da secretaria, e tem como objetivo o reconhecimento das unidades penais do Estado.

A comitiva chegou a Arenápolis, na quarta-feira, e foi recepcionada pela diretora da unidade, Luciana Francisca da Silva. O prédio é antigo, mas foi recentemente reformado e ampliado com a mão de obra dos recuperandos, recebendo inclusive a pintura da logomarca do sistema penitenciário, feita por um preso aluno da Escola Nova Chance.

“Constatamos que a escola está em pleno funcionamento na unidade e isso é muito bom. Precisamos sempre enaltecer a importância da educação no processo de ressocialização, pois o objetivo do sistema é a recuperação do apenado, e isso ocorre também e principalmente por meio da educação”, afirmou Marcio Dorilêo.

A única cadeia feminina no itinerário, situada em Nortelândia, é dirigida também por uma mulher, Adriana Quintero. Segundo o secretário adjunto de Administração Penitenciária, coronel PM Clarindo Alves de Castro, a unidade está em reforma, mas mantém o funcionamento normal, inclusive com aulas da Escola Nova Chance. “Verificamos o notório interesse das recuperandas em aprender e aproveitar a oportunidade proporcionada pela secretaria de avançar academicamente”, reforça.

A Cadeia Pública de Nortelândia também tem atividades ofertadas pela Fundação Nova Chance (Funac). Na semana passada, 12 recuperandas da unidade concluíram o curso de pintura em telha.

“Higiene, organização e qualidade das instalações físicas foram às características que mais chamaram a atenção na unidade de porte médio de Diamantino, dirigida por Márcio Rossi”, conta Clarindo de Castro. De acordo com o secretário adjunto, foi solicitado o apoio da pasta na otimização do Conselho da Comunidade para melhoria das atividades internas da cadeia.

Para os gestores da Sejudh, as visitas evidenciaram que mesmo diante de alguns problemas estruturais, as seis cadeias públicas visitadas em dois dias estão sintonizadas com a necessidade de humanizar o cumprimento da pena.

Montreal