PUTIN X TRUMP (BRAVATEIROS) Dr. Francisco Mello
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PUTIN X TRUMP (BRAVATEIROS) Dr. Francisco Mello

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O que vai acontecer já vem acontecendo. Bombas e balas, dos sírios, iranianos e russos sobre os rebeldes. Isso é permitido; o que não pode é morrer por gás sarin.

Pelo visto a guerra civil na Síria está no fim, caso Assad se conforme com os curdos a Norte e parte do Estado Islâmico na fronteira do Iraque. Não sendo assim, a tensão continuará no Oriente Médio.

A Rússia não enfrentará diretamente os Estados unidos, França e Inglaterra no contexto da Guerra na Síria, mas não deixará esta, na chuva ininterrupta de mísseis do Ocidente.

A Síria aloja para Putin, Tartus, importante base militar Russa, pela qual ela acessa o Mar Mediterrâneo e isso não é pouca coisa estrategicamente falando. Os lucros com a venda de armas dos russos para a Síria é outro fator que explica o apoio de Putin.

Trump não quer derrubar o governo de Bashar  Al-Assad porque atrairia o ódio dos russos e o novo governo voltaria a enfrentar invasores de toda ordem: o avanço dos curdos, o recrudescimento das disputas entre sunitas e xiitas e a volta do Estado Islâmico.

Espera-se a prevalência da razoabilidade por parte da Siria, em não ser recorrente no uso de ataques com gás, a fim de que o mundo não vivencie uma terceira guerra mundial.

Quer um perfil desta região? Vamos lá.

Caso os russos ataquem os Estados Unidos, devem saber que resalvados: Síria e o Sudão, os demais países árabes, são parceiros do Tio Sam e que as maiores potências europeias somam com os americanos. Rússia, China, Bolívia, Irã, Síria e Coreia do Norte não são páreo para os yanques e seus aliados.

Israel manda bem naqueles pagos. Observa tudo, e, servirá de colchão para as forças de Trump e seus parceiros. Os inimigos de Israel são apenas: Síria, Líbano, Irã, e grupos como: Estado Islâmico, Hamas e Hezbollah. Iraque, Argélia, Marrocos, Líbia, Tunísia, Yemen, Qatar, Emirados Árabes, Bahrain, Arábia Saudita, Omã, Kuwait, apesar das escaramuças do passado, hoje são países de bom trânsito com Jerusalém. Aviso à Rússia: Te contenhas, não surta; não te espicha que a cama é curta.

Dr. Francisco Mello dos Santos é Advogado Criminalista – OAB-MT 9550 e Professor de Carreira. Especialista em Direito Penal e Processual Penal.  (669) 96892292.

 

 

 

 

1 COMENTÁRIO

  1. Dr. Francisco, salvo engano, a Síria precisa urgentemente arranjar outro aliado. Sabe daquele episódio onde um cidadão vai ao buteco em companhia de um valentão? Chegando lá arranja confusão com outro freguês do estabelecimento. De cara leva uma tremenda porrada na cara, caí de quatro. Então, seu amigo valentão diz para o agressor: Se for homem bata nele de novo! PLAFT! outro murro na cara do cidadão. Novamente cai de quatro. O valentão desafia novamente: prova que você é homem e bata nele outra vez! PLAAAFT! Outro soco no nariz do infeliz que “desaba” colocando muito sangue pelas “ventas”. Então o valentão diz resignado: “Tonho vamos embora senão você vai morrer de tanto apanhar”.
    A tralha que a Rússia levou para Síria “tá cum nada”! Veja a quantidade de bombardeios que Israel fez nos últimos meses nas instalações militares da Síria e nas bases que o Irã está construindo no país de Assad. Pior ainda, em 8 de outubro de 1973 Israel armou 13 caças Phanton F-4 com mísseis Jericho com ogivas nucleares de 20 kilotons para atirá-los nos exércitos e talvez nas capitais dos países árabes que atacavam a terra de “Tio Jacó” (Guerra do Yom Kippur). Por muito pouco não os disparou. Ora, se em 1973 Israel já possuía um considerável arsenal nuclear, imagina nos dias de hoje! Maiores detalhes veja no site NO MUNDO MILITAR.

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