Cadidé assume chefia da PRF em Mato Grosso em meio a corte...
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Cadidé assume chefia da PRF em Mato Grosso em meio a corte de 60% no orçamento

Fonte: Da Redação
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Nesta próxima quinta-feira, amanhã (6), o policial rodoviário federal – PRF, Aristóteles Cadidé completará 23 anos de atuação e serviços prestados à agremiação. Um dia antes, nesta quarta (5), recebeu a nomeação vinda do Ministério da Justiça e Segurança Pública para ser o novo superintendente regional da corporação em Mato Grosso. Em contato com a reportagem do NMT, Cadidé projetou o trabalho que deve ter pela frente e ressaltou que já fez contatos com membros da bancada federal para discussão acerca do recente contingenciamento de 60% no orçamento da Superintendência, o que põe em risco até a atividade fim da PRF.

Cadidé disse que após receber a confirmação da nomeação, já ligou para o senador José Medeiros (PSD/MT) expondo a preocupação. “Falei com o Medeiros, até porque ele é da categoria, e ressaltei que não temos problema em rever nossas atividades meio, outros trabalhos secundários e até mesmo cortar na própria carne, mas a nossa atividade fim não pode ser comprometida. Temos um trabalho, apesar do pouco efetivo, que vem conseguindo contribuir muito na redução de números de mortes por acidentes de trânsito nas nossas rodovias, bem como sendo destaque nacional na apreensão de drogas. O senador disse que já está trabalhando nisso, vamos contar também com o restante da bancada para levar essa preocupação à Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional. Não podemos frear o trabalho”, disse.

Com mais de duas décadas de experiência na PRF e bom trânsito político, Cadidé assume o mais alto posto da corporação em Mato Grosso
Com mais de duas décadas de experiência na PRF e bom trânsito político, Cadidé assume o mais alto posto da corporação em Mato Grosso

O novo superintendente ressaltou que a segurança dos condutores nas rodovias é a principal preocupação, mas que a PRF não se restringe apenas a esse serviço. “Atuamos no combate ao tráfico de pessoas; proteção do meio ambiente; temos papel fundamental na implementação das medidas da Política Nacional de Segurança e Educação de Trânsito;proteção das fronteiras e combate ao tráfico de entorpecentes e de outros produtos ilegais circulantes. Temos que pensar nossa gestão de trabalho, sobretudo preparando a PRF para os próximos anos, já que muitos dos companheiros, que entraram em 1994, se aposentarão e aumentarão ainda mais nossas lacunas. Nos últimos 10 anos tivemos vários dos nossos postos fechados no estado, redução de efetivo e o número de veículos aumentando consideravelmente. Temos que nos planejar de maneira a diminuir o impacto dessa relação”, comentou.

Em relação a preocupação com a melhora da infraestrutura das BRs em si, Cadidé afirmou que a PRF seguirá rotineira relatante ao Departamento Nacional de Infraestrutura – DNIT e ao Ministério dos Transportes sobre as principais necessidades das vias. “A responsabilidade de melhorar as condições estruturais de trafegabilidade ao condutor é do DNIT e do Ministério. Em que pese não ser atribuição direta da PRF, seguiremos parceiros desse processo de estruturação, detalhando condições da via, expondo as principais dificuldades emergenciais e da nossa parte atuando de maneira estratégica, especialmente nos trechos historicamente mais incidentes de colisões, em ações preventivas para garantir a integridade física das milhares de pessoas que diariamente passam por nossas rodovias federais”, finalizou.

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