Prefeitura investigará morte de criança de dois anos por suspeita de H1N1
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Prefeitura investigará morte de criança de dois anos por suspeita de H1N1

Fonte: Da redação
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Sobre os questionamentos da suspeita de morte da criança de dois anos, por contração do vírus H1N1 a Secretaria Municipal de Saúde, informa que a confirmação da causa só é possível a partir de exames laboratoriais, conforme as recomendações e validações do Ministério da Saúde. É de responsabilidade do hospital que realizou o atendimento à vítima, o Hospital das Clínicas, fazer a coleta para exame laboratorial.

A Secretaria Municipal de Saúde realizará a abertura de procedimento de investigação do caso por meio da Câmara de Investigação de Óbito, composta por equipe multiprofissional. Esse procedimento é comum para mortes de crianças menores de cinco anos. Geralmente o levantamento de informações para a conclusão da investigação é feita no período de um mês.

Embora nenhum caso suspeito de H1N1 tenha sido confirmado na região Sul do Estado, enquanto as causas da morte não são confirmadas, é importante que toda a população se previna contra a doença.

Segundo recomendações do Ministério da Saúde e Secretaria de Estado de Saúde as recomendações são: lavagem constante das mãos e uso do álcool gel, evitar lugares que haja aglomeração de pessoas e se imunizar com as vacinas. Qualquer sintoma de gripe o paciente deve procurar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e relatar o caso.

Assim como em todo o Brasil, as doses estão sendo enviadas para os municípios de forma fracionada pelo Ministério da Saúde. É importante que todos fiquem atentos aos veículos de comunicação da cidade para que saibam quando as vacinas chegarem.

Do público alvo a ser atingido – indivíduos com 60 anos ou mais; crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos ; gestantes; puerperais (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; povos indígenas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; os funcionários do sistema prisional; e professores das escolas públicas e privadas – crianças e gestantes foram os que menos procuraram as unidades de saúde para realizarem a imunização.

Também é importante dizer que o Ministério da Saúde garante a eficácia das vacinas, não havendo a possibilidade de causar adoecimento e morte, como está sendo divulgado em redes sociais. Até mesmo o público mais vulnerável à imunidade, como os portadores de HIV, podem tomar a vacina.