Prefeita Lucimar visita Casas Lares e credita atendimento humanizado
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Prefeita Lucimar visita Casas Lares e credita atendimento humanizado

Fonte: assessoria
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Na oportunidade, a prefeita ressaltou que as unidades passaram por revitalização, reformas na infraestrutura e adesão de novos equipamentos como mobília, brinquedos, além de utensílios de cozinha, eletrônicos e eletrodomésticos

A prefeita Lucimar Sacre de Campos, acompanhada da secretaria de Assistência Social, Kathe Maria Martins fez nesta quinta-feira (24), uma visita técnica nas unidades ‘Casas Lares’, que prestam atendimento de Acolhimento Institucional de Crianças e Adolescentes, sob resguardo de medidas protetivas. Na oportunidade, a prefeita ressaltou que as unidades passaram por revitalização, reformas na infraestrutura e adesão de novos equipamentos como mobília, brinquedos, além de utensílios de cozinha, eletrônicos e eletrodomésticos.

As Casas Lares são modalidade de abrigo implementada pela Política de Assistência Social do Município, em consonância com as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “A meta da gestão é de atendimento humanizado e de excelência do serviço de acolhimento institucional prestado pelo município às crianças que passam por situações adversas e que necessitam da intervenção do poder público para sua proteção. Por meio, dessas visitas, analisamos de que forma podemos estruturar e melhorar ainda mais esse importante serviço para cuidar de nossas crianças/adolescentes em situação de violação de seus direitos fundamentais”, pontuou Lucimar Campos.

A secretária de Assistência Social disse que as Casas Lares atendem crianças/adolescentes buscando um melhor desenvolvimento e atendimento de suas necessidades, não perdendo de vista a perspectiva de revinculação familiar e comunitária. “Neste local oportunizamos as crianças e adolescentes que necessitem do espaço protetivo a vivência no modelo familiar proporcionando o resgate da autoestima e a construção de um projeto de vida. Neste ambiente se garante a integridade física e psicológica das crianças e adolescentes atendidos no Programa com ajuda de equipe multidisciplinar”.

Conforme coordenadora geral do Programa de Acolhimento em Casa Lares – Projeto Vida Nova, Isis Kátia Novaes Hauer, a parceria estabelecida com a prefeitura é feita na modalidade Parceria Público-Privado (PPP), na execução de políticas públicas protetivas, o que implementa a Rede de Proteção Social do município. As crianças/adolescentes vítimas de maus tratos e abandono são acolhidas nas Casas, por meio do Poder Judiciário.

“As unidades têm capacidade para atender 40 crianças, de zero a 17 anos e 11 meses de idade. Disponibiliza em sua estrutura dormitórios infantis, brinquedoteca, sala de TV e vídeo, biblioteca, área para recreação, refeitório, cozinha e salas administrativas. Atualmente, 35 crianças/adolescentes estão sob os cuidados da instituição. As casas ficam em locais estratégicos de fácil acesso aos serviços públicos de proteção. As unidades anualmente passam por reformas da infraestrutura geral e revitalização para atender de forma confortável as crianças/adolescentes. A gestão atual está preocupada em dar condições excepcionais para essas faixas etárias em estado de vulnerabilidade social que passam por problemas que comprometam seu pleno desenvolvimento. Sendo assim, a visita da prefeita significa compromisso e empenho com esse universo que representa o futuro de Várzea Grande, além do acompanhamento da aplicação e destinação dos recursos financeiros”, explica.

A prefeita destacou a importância do serviço prestado na instituição. “Como o próprio nome já diz, Casa Lar, nela prestamos o acolhimento temporário proporcionando às crianças/adolescentes todo o atendimento de que precisam para tirá-las da situação de violação de direitos que estejam passando. Entretanto, empenhamos esforços para tirá-las do acolhimento institucional, visando reinseri-las ao acolhimento familiar e/ou a adoção conforme a lei”, observou a prefeita. Dizendo ainda que “O acolhimento e o atendimento prestado pela instituição está nos padrões legais estabelecidos pelo Estatuto da Criança, além do que preconiza também o Programa Municipal de dar essas crianças/adolescentes o atendimento humanizado e acolhedor. É justamento o que certificamos hoje com as visitas”.

Montreal