“Prato de comida” no Palmeiras faz Eduardo Baptista esquecer Ponte
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“Prato de comida” no Palmeiras faz Eduardo Baptista esquecer Ponte

Fonte: Felipe Zito e Tossiro Neto
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A ligação do campineiro Eduardo Baptista com a Ponte Preta vai muito além de seu período como treinador no ano passado. Lá, ele tentou seguir o pai (Nelsinho Baptista), que atuou à beira e dentro de campo, e viu toda a família criar raízes ao redor do Moisés Lucarelli.

– Tenho um carinho grande pela Ponte Preta. Minha família tem história lá, meus tios. Meu pai foi revelado ali, eu também tentei ser jogador, trabalhei como preparador físico, tive a oportunidade de trabalhar como treinador – disse o comandante do Palmeiras, pouco antes de lembrar que agora é rival.

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– A gente tem esse carinho muito grande, respeito, mas para aí. Quando começar o jogo na quarta-feira, é cada um defendendo seu prato de comida – afirmou, referindo-se ao duelo da última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista.

Não será a primeira vez de Eduardo como adversário da Ponte à frente do Palmeiras. Os dois times empataram em amistoso na pré-temporada, na arena. A partida desta quarta-feira, porém, além de se tratar de um jogo de competição, será seu retorno ao estádio de Campinas.

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A seu favor está o vasto conhecimento do elenco ponte-pretano, o qual pretende aproveitar ao longo dos 90 minutos em que deixará de lado o carinho pelo ex-clube.

– Como está uma loucura (a sequência de jogos), até pedi para os analistas de desempenho cuidarem do Novorizontino (adversário das quartas de final), porque a Ponte Preta eu conheço. Deixa que a Ponte Preta eu vou olhar, senão os caras ficam doidos – revelou o técnico, que já prometeu escalar o que tiver de melhor à disposição.