PCdoB: Maria Lúcia vem a Rondonópolis e diz ser “radical” pela justiça...
Fullbanner1



PCdoB: Maria Lúcia vem a Rondonópolis e diz ser “radical” pela justiça social

Fonte: Da Redação NMT
SHARE
Foto - Reprodução

Candidata ao Senado Federal pelo PCdoB, em Mato Grosso, a ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, Maria Lúcia Neder (PCdoB), que segundo pesquisa Ibope, recentemente divulgada, está entre as quatro candidaturas mais bem avaliadas pelas intenções de voto dos mato-grossenses no momento atual, vem a Rondonópolis para uma agenda recheada, nesta quinta-feira (30), com seguimento também amanhã, sexta-feira (31). Em contato com a reportagem do NMT, a candidata mostrou um discurso bem encaixado, ideologicamente consistente nas pautas da chamada esquerda, mas sem nenhum traço de raivosidade, típico do extremismo que anda tão na moda. Ela, porém, afirma que é sim “radical” na defesa das políticas de defesa da classe trabalhadora e dos grupos sociais menos favorecidos.

Em meio a arrastões no centro da cidade, encontro com sindicalistas, professores, outras classes de servidores públicos e diversos outros setores, a candidata também passará pelos veículos de comunicação da cidade para apresentar sua mensagem. Ela assume que corre contra o tempo para se tornar mais conhecida pelo interior e ser uma possibilidade real de voto aos mato-grossenses e tem como aliado nesta penetração popular o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT). “O povo hoje já percebeu que o golpe foi contra o trabalhador. Isso está representado no preço dos alimentos, na gasolina, na conta de luz e em tantas outros itens básicos que encareceram absurdamente e agora afeta negativamente a vida das pessoas. O ex-presidente Lula é alguém que defendemos porque entendemos que foi uma gestão que conseguiu ser muito próxima aos anseios populares e é exatamente neste propósito que queremos apresentar esta candidatura ao Senado Federal”, explicou.

Maria Lúcia explicou que, diferentemente do que faz o PSOL, por exemplo, o PCdoB se abre a coligações, mas exige espaço a implantação de suas ideias. “O nosso radicalismo é dentro do que acreditamos ser o melhor para o país, disso não abrimos mão. Nós defendemos a justiça e inclusão social, o trabalhador, o cidadão mais pobre e não fazemos parte de nenhuma coligação onde nossos ideais não sejam respeitados e atendidos. O Wellington Fagundes (PR), que apoiamos a governador por acreditar que seja o melhor para Mato Grosso, é um político que não é alguém que possa ser considerado de direita ou de esquerda, ele está mais para o centro, mas faz questão de sentar conosco e nos ouvir. Nas propostas de governo dele tem muito espaço para o PCdoB e para o que defendemos. Por esta razão estamos com ele. Nosso radicalismo é na defesa do acesso a boa educação para todos, escola de tempo integral para estudantes de baixa renda e políticas que apoiem as classes mais baixas a terem seus direitos respeitados. Não há como alguém ter o nosso apoio contra algo que vá contra o trabalhador, por exemplo”, exemplificou.