Para rir, Marina versus Dilma – Dr. Francisco Mello
Adventista



Para rir, Marina versus Dilma – Dr. Francisco Mello

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DILMA VERSUS MARINA

Dilma não é candidata a Presidente mas me fez rir barbaridade com seu comportamento lunático e suas frases sem efeito. Marina disputa a Presidência e muito embora eu não vote nela reconheço sua prudência e relativa intelectualidade.

Nestes registros, colacionarei frases das duas senhoras com o objetivo de mostrar que ambas são socialistas por vocação, contudo a lucidez da Marina em certos pronunciamentos a diferencia significativamente de Dilma.  Vamos lá.

Dilma perdida: – “Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder”.

Marina coerência: “Eu tenho a coragem de fazer o que nem as lideranças do PSDB são capazes de fazer: dar o crédito da política econômica ao Fernando Henrique, mesmo ele não sendo assim tão popular”.

Dilma desnorteada – “(…) Quero dizer para vocês de Roraima capital – Roraima não é Capital – mais distante de Brasília que eu me considero hoje uma roraimada”.

Marina romântica: – “Me ame quando eu menos merecer… porque com certeza é quando eu mais preciso”.

Dilma demente – (…) tinham seis empresas que apresentaram suas propostas, houve um deságio de quase… foi um pouco mais de 38%, mas eu fico em 38% para ninguém dizer: ‘Ah, ela disse que era 38′, mas não é não. É 39, 38 e qualquer coisa ou é 36. 38, eu acho que é 39, mas vou dizer 38.

Marina sonhadora: – “Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos (…)“.

Dilma sem gardenal: – “Nós somos do gênero humano, da espécie Sapiens, então, para mim, essa bola é um símbolo da nossa evolução. Quando nós criamos uma bola dessas, nós nos transformamos em Homo sapiens ou mulheres sapiens”.

Marina limpinha: – “Nunca fumei maconha, bebi álcool ou usei daime: só Biotônico Fontoura“.

Dilma cambaleante: – (…) Agora, a rede, eu acho que ela tem um lado lúdico, sabe? Porque isso que as crianças gostam tanto no pavilhão. Porque, quando você está lá em cima… Eu não posso ficar aqui brincando, não é? Então… Mas você percebe direitinho como é que dá para brincar, porque se você inclinar para um lado e, imediatamente, virar para o outro, você fica balançando mesmo, você consegue equilibrar.

Marina racional: “Não há como falar mal da elite; a desgraça de um país não é a sua elite, é não tê-la”. Marina é socialista por vocação, mas amedronta menos quando profere frases como esta acima.

Dilma “intelectual”: (…) “E tem uma pintura dela que eu acho genial, é… como é que é? Natureza Morta… Ai, eu tinha de lembrar a palavra. Natureza Morta… é uma contradição em termos: de que é o quadro? É uma natureza morta? Rodando, você entendeu? É o stand still a Natureza Morta; ela bota uma mesa e os componentes da natureza morta estão girando (…)”.

Marina quase Liberal. Tentando ser compreendida pelos empresários, e, sinalizando que o Estado não deveria ser grande ou paternalista, proferiu esta pérola: “As pessoas começam a infantilizar a sociedade. Agora temos Estado pai, Estado mãe, Estado tio, Estado avô“.

Dilma redundante: – “Porque o que é uma ponte? uma ponte é, geralmente, e é algo que nós devemos nos inspirar, porque uma ponte é um símbolo muito forte. Pensem comigo, uma ponte, ela une, uma ponte fortalece, uma ponte junta energia, uma ponte permite que você supere obstáculos. O que nós queremos no Brasil, é que, entre nós, se construam pontes”.

Marina idealista: (…) “o ideal que move as pessoas para melhorar o mundo deve estar na popa e não na proa, a nos impulsionar para o futuro”.

Dilma fora da casinha: – “Não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas, quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta”.

Marina não é uma Brastemp, mas, está intelectual e diplomaticamente falando, anos luz a frente da Dilma.

Dr. Francisco Mello dos Santos. Advogado Criminalista. OAB-MT 9550. Especialista em Direito Penal e Processual Penal. drfranciscomello@terra.com.br (669)96892292.