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Pai suspeita que filha desaparecida há nove anos em MT foi vítima de tráfico de mulheres

Fonte: G1 MT
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Viviane Marilene da Silva, de 28 anos, desapareceu no dia 17 de março de 2008, após uma discussão com a mãe.

Viviane Marilene da Silva, de 28 anos, desapareceu no dia 17 de março de 2008, após uma discussão com a mãe. Desde então, os pais não tiveram notícias da filha. Laércio Ferreira, o pai da jovem contou que desconfiava que a filha fugiria de casa. Ele suspeita que a filha tenha sido vítima de tráfico de mulheres. Dias antes de sumir, Viviane contou ao pai sobre uma proposta de trabalho na Itália.

“Ela não aceitava os conselhos da mãe, trabalhava como garota de programa e a gente dizia que esse caminho não era certo”, contou o pai.

Laércio lembra que o teve o último contato com a filha no dia em que ela desapareceu. A jovem teria ligado para o pai para pedir R$ 200 emprestado e disse que iria para a casa de uma amiga.

“Disse a ela que só teria no final da tarde. Depois disso, ela me ligou dizendo que já tinha conseguido e nunca mais a vimos”, contou. Viviane foi roubada dias antes de desaparecer e, por isso, não estava com os documentos pessoais.

Cinco dias após a filha desaparecer, Laércio diz que recebeu ligações de um número restrito. O número ligou durante alguns dias, segundo ele.

“Para mim era ela, na terceira vez que me ligaram a pessoa respondeu e eu reconheci a voz dela, mas desligaram a ligação muito rápido”, lembrou.

Pistas

Há cerca de dois anos a família encontrou um perfil em uma rede social que acreditam pertencer a Viviane. O perfil está em nome de “Vivian Docinho”, que, de acordo com Vânia Ferreira, irmã da jovem, era o apelido de Viviane.

“Nesse perfil tinha fotos de uma casa antiga onde a gente morava, mas depois de um tempo tudo foi apagado e o perfil nunca mais foi atualizado”, contou Vânia.

Mesmo após nove anos desde o desaparecimento, a família ainda tem esperança de que Viviane apareça ou entre em contato.

“É difícil, quando alguém morre a gente sabe que não tem volta, mas quando some assim, a gente fica sempre esperando, achando que vai entrar pela porta. A esperança nunca morre”, disse o pai.

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