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O rondonopolitano está bem servido quando o assunto é feira livre. A população pode encontrar hortifrutigranjeiros todos os dias da semana nos mais diversos locais da cidade. Algumas feiras, inclusive, contam com ótima estrutura para receber a clientela, tendo seu espaço demarcado e coberto e disponibilizando, ainda, banheiros químicos, lixeira, bebedouros e rampas de acessibilidade, como é o caso das do Conjunto São José, da Vila Operária e da Vila Aurora. Segunda-feira, sempre a partir das 16 horas, tem feira no Jardim Pindorama, na Vila Olinda e no Bairro Alfredo de Castro. Já na terça-feira, os bairros São Francisco, Monte Líbano e Padre Lothar recebem as feiras a partir das 16h. Na quarta-feira, os feirantes estão presentes, pela manhã, à partir das 7h, no Bairro Santa Cruz e à tarde, a partir das 16h, no Jardim Participação, no Parque São Jorge e no Residencial Magnólia. Também na quarta, a Feira da Vila Aurora fica aberta das 7h às 19h. Quinta-feira é dia de contemplar o Conjunto São José I, o Verde Teto e o Morumbi – sempre a partir das 16h. Sexta-feira a Feira da Vila Aurora abre novamente a partir das 7h. O Parque Universitário, o Jardim Brasília e o Jardim Atlântico têm suas feiras no sábado, a partir das 16h. E, no domingo, é a vez da Vila Operária e da Vila Salmen receberem as feiras livres, a partir das 7 horas.

Fonte: Assessoria.
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Foto: Assessoria.

O Centro de Pesquisas para o Câncer da Grã-Bretanha divulgou, há mais de 15 anos, que um ano de amamentação equivale a redução em 4,3% do risco de contração do câncer de mama em mulheres. Entretanto, ainda nos dias de hoje, são poucas as pessoas que sabem da relação existente entre o ato de amamentar e a prevenção à doença.

Ginecologista, obstetra e mastologista do Hospital Infantil e Maternidade Femina, Fernanda Monteiro Siqueira Juveniz explica que o câncer de mama está relacionado à exposição do organismo ao hormônio feminino, o estrogênio, e consequentemente à ovulação.

A ausência de ovulação leva o ovário a estar em “descanso” e a não produzir hormônios em grande quantidade.

“Em muitos dos casos considerados fatores de risco – como a menstruação precoce ou menopausa tardia – a mulher ovula por mais tempo e está demasiadamente exposta ao estrogênio; por isso, crescem as chances de se ter um câncer de mama”, reforçou.

Conforme esclarece a especialista, uma mulher grávida não ovula e, durante a amamentação, são menores as chances de ovular. Logo, ter filhos e amamentá-los por bastante tempo é benéfico, entre outros fatores, por oferecer menos estrogênios circulantes no organismo.

A ginecologista alerta que, no entanto, a interrupção da menstruação por meio de métodos anticoncepcionais não estabelece relação com a redução percentual do risco de câncer de mama.

“Não ovular em razão da gravidez ou amamentação é diferente de não ovular em função do uso de um anticoncepcional – que, para além dos hormônios que já circulam no organismo da mulher, fornece mais hormônios”, destacou.

FATORES DE RISCO – Dentre os pacientes pertencentes ao grupo de risco do câncer de mama, estão mulheres, mulheres idosas e pessoas com histórico familiar positivo em parentes de primeiro grau que viveram o diagnóstico antes dos 50 anos ou nas duas mamas (câncer bilateral) – nos últimos casos, inclusive, é indicado que o acompanhamento pela mamografia se inicie dez anos antes da idade em que a pessoa familiar foi diagnosticada.

Menstruação precoce, menopausa tardia, a ausência de gestação e de amamentação e a terapia de reposição hormonal também são fatores estatísticos que aumentam o risco de câncer de mama. Já pacientes com menos de 40 anos devem se precaver por meio de consultas anuais ao ginecologista e do autoexame mensal.