O jogo de Wellington

O jogo de Wellington

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O ano de 2018 nem bem começou e as especulações e conjecturas eleitorais começam a fazer parte do dia-a-dia dos mais interessados em política.  Com o governo mal avaliado, Pedro Taques corre contra o tempo para se viabilizar e tentar se reeleger, enquanto o grupo que o ajudou a chegar ao poder se mantém afastado e aguardando a “melhor próxima jogada”.

Este grupo que é liderado pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), tem alguns bons nomes para colocar na disputa, enquanto o próprio senador licenciado se define entre aceitar ser vice na chapa do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) para a presidencia ou se vai a reeleição.

Eis que o senador que está no meio do mandato, Wellington Fagundes (PR) até tentou aglutinar as forças de oposição ao atual governo sem muito sucesso, até porque sem o “peso” de Blairo e do agronegócio, ficou sem ressonância à oposição e sem muito êxito.

Contudo, Fagundes que hora fala em apoiar Antônio Joaquim que não deixou o TCE ainda e que no fundo sabe que sua envergadura política não está para disputar nem a cadeira de deputado federal com “folga”, já anunciou esta semana que pode não concorrer ao governo. E ai que reaparece Wellington tentando “valorizar o passe” já que no fundo pelas movimentações do senador, ele precisa mesmo é garantir apoio do grupo de Blairo Maggi para daqui a quatro anos ir com tranquilidade a reeleição. E nesta batida antes do Carnaval vamos fazendo de conta que o jogo de WAF é tentar se eleger governador até aparecer outro cenário.

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