NOVA EXOPSIÇÃO: A Casa do Parque traz “Extremos”, de Tania Pardo
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NOVA EXOPSIÇÃO: A Casa do Parque traz “Extremos”, de Tania Pardo

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Redação/ Assessoria

_MG_6997As belezas de nosso Estado são fonte de inspiração na vida da artista plástica, Tania Pardo. O resultado de toda essa criatividade foi uma nova técnica artística para confecção de suas obras e uma exposição de encher os olhos e a alma. A Casa do Parque lança na próxima quinta-feira (16.07), às 19h, a exposição “Extremos da Riqueza Mato-grossense: Cerrado, Pantanal e Floresta Amazônica”, de Tania Pardo.

_MG_6957A mostra reúne 20 obras inéditas, cinco obras que participaram de exposições fora do país e mais duas que foram premiadas em outras exibições. Esta é a primeira vez que a artista expõe na Casa do Parque. “Desde a inauguração da casa, tive vontade de mostrar meu trabalho. Agora que consegui, vejo essa oportunidade como um privilégio”, conta.

“Vi muita poesia no trabalho da Tania, enxerguei nuances dos jardins de Monet em algumas das suas obras… A arte dela se torna ainda mais especial por ser criada com as pontas dos dedos. ‘Extremos’ dialoga de forma perfeita com nosso espaço e será uma exposição memorável”, disse a idealizadora da Casa do Parque, Flavia Salem.

_MG_6960Tania sempre teve a arte em sua essência. Apesar de ser formada em Letras pela Universidade de Marília e ter lecionado durante alguns anos, confeccionava artesanato. “Mas eu sempre tive o desejo de pintar”.

A pintura entrou em sua vida antes mesmo de chegar em Mato Grosso. Natural de Tupã-SP (435 km de São Paulo), a artista tomou gosto pelas artes em Bauru, onde morou alguns anos de sua vida. Foi a visita a algumas exposições e a procura por cursos nesta área que a levaram para aquela que seria sua carreira profissional atual.

Mas foi a mudança para Mato Grosso que a fez encontrar sua grande inspiração: a flora mato-grossense. Morou em Cuiabá, Sinop e atualmente reside em Rondonópolis. E a mudança de uma cidade para a outra a fez mudar também a técnica utilizada para suas obras.

“Eu sofri muito com a mudança de Sinop para Rondonópolis. E como forma de me reinventar e de expressar esse sentimento, decidi usar as mãos e a ponta dos dedos para pintar. Quanto maior a liberdade de um artista, melhor sua expressão”, completa a artista.

_MG_7324 (2)Tal técnica levou Tania a expor suas obras em galerias e mostras de diversas cidades do mundo, como Paris, Roma, Dubai e neste ano em Londres, onde foi premiada com uma medalha de bronze. “O mais importante dessa experiência é o intercâmbio cultural. Tenho a oportunidade de levar as belezas e a cultura de Mato Grosso para pessoas de outros países”, destacou.

Ainda na opinião da artista, sua exposição tem um forte apelo para a preservação ambiental e cultural de Mato Grosso. “Dos seis biomas brasileiros, somos um estado privilegiado com três deles. Minha arte também é uma maneira de reforçar a necessidade de preservarmos essas riquezas, para que nossos filhos, netos e bisnetos possam desfrutá-las futuramente”, completou Tania Pardo.

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