No ônibus com Fabuloso: torcedores lembram arrepio, selfies e guarda tiete
Adventista



No ônibus com Fabuloso: torcedores lembram arrepio, selfies e guarda tiete

Fonte: Felipe Schmidt
SHARE

Há uma semana, Luis Fabiano
chegava no Rio de Janeiro e era acolhido nos braços da torcida do Vasco. Mas 20
sócios-torcedores do clube tiveram uma experiência ainda mais intimista com o
novo ídolo cruz-maltino. Eles puderam acompanhar o Fabuloso no trajeto de
ônibus de São Januário até a Sede Náutica da Lagoa, onde ele foi apresentado
oficialmente. No trajeto, se arrepiaram, pediram selfies, vídeos e autógrafos e
viram até agentes de trânsito tietando o atacante. 

Nenhum deles sabia que teria a
oportunidade de estar tão perto de Luis Fabiano. Quando resgataram o direito à
experiência no programa de sócio-torcedor, imaginavam apenas um contato rápido
com o atacante. A surpresa veio dentro do ônibus, quando o jogador entrou e deu
início a um trajeto fabuloso. 

O curioso é que houve um
sócio-torcedor que não participou. Por morar na Lagoa, ele preferiu ir direto
de carro para a sede náutica. Resistiu à insistência do departamento de marketing
do Vasco e perdeu a oportunidade. Mas outros aproveitaram por ele. Confira
abaixo o depoimento de quatro dos sortudos. 

Lisandro Escobar, 31 anos,
empresário

“Achei que a gente ia participar
de alguma forma da apresentação dele, mas não imaginava que ia pegar o ônibus
dos jogadores, receber o Luis Fabiano, que ele viria de São Januário com a
gente.

Desejei boa sorte a ele, disse que estávamos fechados com ele. Pedi para
ele gravar um vídeo para o meu filho.”

João Lucas, 19 anos, estudante

“Quase não dormi durante a noite.
Acordei às 6h, saí de Niterói e fui para o aeroporto recebê-lo. Depois, fui
para São Januário participar da experiência.

Quando o vi no ônibus, comecei a
ficar arrepiado, nervoso, a gaguejar. Tirei selfie com ele, levei um álbum de
figurinhas da Copa do Mundo de 2010 e pedi para ele assinar.”

Rafael Freitas, engenheiro, 31 anos

“Eu desconfiava. Quando entramos no ônibus, abri a porta do banheiro
para ver se ele não estava lá. O ônibus começou a andar, parou, e aí entrou o
Luis Fabiano. Foi a cereja do bolo.

Ele foi muito simpático. Teve uma hora que
o ônibus encostou para esperar um pouco, e o pessoal do controle de transito
pediu para tirar foto com ele. Pedi para ele fazer um vídeo para o meu pai, que
também é vascaíno.”

Rodrigo da Rocha Machado, 35 anos, biólogo

“Eu fiquei no último lugar do ônibus. De repente, teve um
alvoroço, e vi o Luis Fabiano chegando. Ele falou com um por um. Quando chegou
em mim, só falei que ele era bem-vindo à família vascaína.

Tenho uns amigos
flamenguistas que ficaram criticando a contratação dele. Pedi para ele fazer um
vídeo, ele gravou, disse que o caô só começou.”