Mesmo sem Santana, PT segue com a tática de confundir eleitorado…
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Mesmo sem Santana, PT segue com a tática de confundir eleitorado…

Com vários políticos ligados ao partido já presos, com o marqueteiro da campanha pego com dinheiro e muitas outras evidências, o partido ainda segue discurso de "perseguição"

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Foto - AE

O cérebro por trás de tudo, pelo menos até onde se sabe, está preso e fora de combate. Mas a filosofia do marqueteiro, João Santana, de proliferar mentiras para abafar os escândalos do PT e confundir o eleitorado com um discurso de vitimização, segue a todo vapor no partido que há quase 13 anos dita os rumos do país.
As informações colhidas pela Operação Acarajé, da Polícia Federal, de que, em véspera da reeleição de Dilma Rousseff (PT), em 2014, João teria recebido fora do país cerca de US$ 3 milhões da Odebrecht e mais US$ 4,5 milhões do lobista Zwi Skornicki para executar o que ficou configurado como Caixa II de campanha, além do próprio crescimento desproporcional da economia pessoal que o marqueteiro e sua esposa tiveram, mesmo com suas famas internacionais, desde a chegada do PT ao Governo, deveriam servir para que os defensores do partido, ao menos, baixassem a guarda.
Mas não, nas redes sociais e em muitos blogs e sites financiados pelo Governo Federal, o “grande escândalo da semana” para os “doentes de plantão” é o projeto de José Serra que visa tirar a operação única da exploração do pré-sal das mãos da Petrobrás. Ocorre que, saqueada como foi, a empresa simplesmente não tem condições de seguir a extração e aí praticamente fica com a condição de um fazendeiro que tem uma grande e produtiva área a plantar, mas está sem dinheiro ou mesmo crédito para comprar semente. O foco, no entanto, é que o projeto de Serra pode até ser chamado de ‘mal necessário’, mas certamente não existiria se não tivesse sido feito, via PT, a quase que destruição completa da principal estatal brasileira.
Voltando a João Santana, já foi peticionado e agregado ao processo que transcorre no Tribunal Superior Eleitoral – STE, contra a chapa de Dilma Rousseff, o provável crime eleitoral de caixa II. Tal ação pode, até mesmo, acarretar na cassação da presidente. O impeachment, que é uma outra via ainda viva de retirada da presidente, voltou a ganhar força e com toda razão de ser. Enquanto isso, o PT segue agindo eleitoralmente, prefere confundir e desagregar o movimento nacional de rua do próximo dia 13 de março e Lula aparece na televisão, insinuando que é Jesus Cristo.
Até mesmo quando o “cocô já está na cueca” é incrível como petista ainda anda por aí e se gaba de estar cheiroso, te chamando até para chegar perto e cheirá-lo no pescoço para sentir o seu perfume novo. Dizer que Serra quer privatizar a Petrobrás é, no mínimo, duvidar da inteligência pública. Argumentar que o juiz Sérgio Moro, todo o Judiciário e a grande imprensa nacional se uniram para “atacar” os inocentes Lula e Dilma é claramente por uma preferência política acima de um interesse nacional. Agir assim, é amar mais uma ideologia do que o seu próprio país. A mentira precisa sair de cena, de uma vez por todas, porque realmente houve um ‘golpe’, mas quem levou, de fato, foi o Brasil.

Montreal