Mesmo com novos compromissos, Nininho garante que não haverá cortes na Assembleia
Fullbanner1

Fullbanner2


Mesmo com novos compromissos, Nininho garante que não haverá cortes na Assembleia

0
Fonte:
SHARE
Foto: Arquivo

O primeiro secretário da Assembleia Legislativa, deputado estadual Ondanir Bortoloni (PR), o “Nininho”, garantiu que não haverá cortes em 2016, apesar das mudanças no orçamento da Casa.

O governo de Mato Grosso no final do ano passado pediu para que a Assembleia Legislativa assumisse o pagamento da folha de inativos da Casa. Atualmente, o montante é custeado pelo Poder Executivo. O gasto com pensionistas, aposentados e o Fundo de Assistência Parlamentar (FAP) é estimado entre R$ 5,5 milhões e R$ 6 milhões por mês.

Entretanto, Nininho afirmou que mesmo com esse novo compromisso, não haverá cortes no orçamento este ano, pois a Casa possui um fluxo de caixa.

“Está sendo feito todo um levantamento, um planejamento da Casa para ver qual vai ser a despesa fixa que a Assembleia terá nos próximos anos. Esse ano ainda tem um fluxo de caixa que está sendo decidido no que será feito a aplicação”, disse.

O parlamentar destacou que em 2016 ainda haverá flexibilidade por causa da economia feita pela Casa no ano passado.

“Tem alguns projetos que estão sendo discutidos, onde serão investidos esses recursos que hoje estão disponíveis. Mas no próximo ano o comprometimento do duodécimo será muito maior quando se assumir esses novos encargos”.

Em janeiro, o presidente da Casa, Guilherme Maluf (PSDB) declarou que a Assembleia deverá reter o superávit para pagar os inativos e Unidade Real de Valor (URV). “Só com o FAP nós vamos ter que honrar compromissos na ordem de R$ 20 milhões e dos inativos deve ser na ordem de R$ 30 milhões. Ainda há o URV dos inativos que nós temos que decidir como vai ser pago. O que havia de superávit vai ser ocupado exatamente com isso”, disse.

Apesar de assumir a folha de pagamento dos inativos e o FAP, Nininho descartou o risco de estourar o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, porém ressaltou que os gastos com pessoal pode prejudicar. “Nesse caso de assumir os inativos ainda fica dentro da LRF, a gente só não pode criar despesas com pessoal, porque estamos numa margem muito próxima e não podemos facilitar”, finalizou.

Fonte: HiperNoticias

Montreal