Médico vê equivoco do Gaeco e nega propina para Silval, Nadaf e...
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Médico vê equivoco do Gaeco e nega propina para Silval, Nadaf e Dalberto

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Foto: Imagem Ilustrativa

Em nota de esclarecimento, o médico Filinto Correa da Costa se manifestou sobre a “Operação Seven” deflagrada nesta segunda-feira (1) pelo Gaeco (Grupo de Ação e Combate ao Crime Organizado). O médico precisou colocar tornozeleira de monitoramento eletrônico por decisão da juíza Selma Rosane Santos Arruda.

Segundo as investigações, Filinto vendeu uma área de 1 mil hectares na região do Lago de Manso para o Governo do Estado em 2014. Ocorre que a mesma área já havia sido desapropriada em 2002, na gestão de Rogério Salles (PSDB). A segunda compra gerou prejuízo de R$ 7 milhões aos cofres públicos.

O médico explicou que adquiriu, em 1974, uma área de 30 mil hectares entre Rosário Oeste e Nobres. A fazenda Cuiabá da Larga era considerada “privilegiada” por abrigar várias nascentes do Rio Cuiabá.

Por conta disso, o ex-governador Dante de Oliveira iniciou o processo de desapropriação de 10 mil hectares da área para a construção do Parque Cabeceiras do Rio Cuiabá. O processo foi concluído no governo Salles, já em 2002.

O médico colocou que a gestão do ex-governador Blairo Maggi (PR) chegou a negociar a compra de mais uma parte da área. Porém, ele não foi concluído porque considerou baixo o valor oferecido.

Já na gestão de Silval Barbosa (PMDB), foi retomado o processo de negociação para compra da área. O processo foi concluído em 2014. “Desde logo deixa afirmado expressamente que jamais venderia a mesma área por duas vezes, como apontam erroneamente algumas informações reproduzidas por alguns veículos de comunicação afoitamente. Existe sim, por tudo que se vê sobre esta informação um grande equívoco por parte dos responsáveis pelas conclusões da referida investigação”, assinala a nota.

Filinto disse ainda que o processo ocorreu de forma técnica e com todos os pareceres necessário. Aponta ainda não ofereceu nenhum tipo de vantagem a agentes públicos por conta da negociação da área. “Estou tranquilo e disposto a prestar qualquer outro esclarecimento que qualquer autoridade precise e julgue necessário”, destaca.

Fonte: FolhaMax

Montreal