Medeiros lamenta que brasileiros tenham que pagar caro pelo rombo na Petrobrás...
Supermoveis



Medeiros lamenta que brasileiros tenham que pagar caro pelo rombo na Petrobrás deixado por Lula e Dilma

Fonte: Da redação
SHARE
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária. Em discrso, à tribuna, senador José Medeiros (Pode-MT). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Em pronunciamento, nesta terça-feira (22.05), o senador José Medeiros (Pode-MT) criticou os treze anos do governo do Partido dos Trabalhadores e rombo deixado por eles na Petrobrás. Medeiros lamentou que os brasileiros tenham que pagar caro pelos combustíveis para cobrir o “rombo” deixado pelos governos de Lula e Dilma e citou os escândalos de corrupção na empresa, além de questionar se o petróleo é realmente do povo brasileiro.

“Dizem que o monopólio da Petrobras acabou. Que monopólio? Que acabou que nada. Nós estamos com o país da seguinte forma: na carne, quem manda é JBS. Nas construções, são umas três ou quatro construtoras. No combustível, é a Petrobras. E tem os bobos para pagar”, disse.

José Medeiros também criticou a norma que atribui à Agência Nacional do Petróleo (ANP) o controle da distribuição de etanol, o álcool combustível. Ele entende que essa deveria ser uma atribuição do Ministério da Agricultura (Mapa) e que a intermediação da Petrobras beneficia os acionistas da estatal, mas prejudica os consumidores e os estados produtores de biocombustíveis.

Assentamentos – Medeiros mostrou também preocupação com a questão dos assentamentos rurais e pediu na Comissão de Meio Ambiente (CMA) para que seja discutida a situação ambiental dos assentamentos rurais no país. Para a audiência, ele pede a presença de representantes do Ministério da Agricultura e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

Medeiros alega que os assentamentos, como os imóveis rurais em geral, ocupam bacias hidrográficas que interferem diretamente no equilíbrio dos recursos naturais necessários para a produção agropecuária, entre eles o próprio potencial produtivo dos solos.

“Os efeitos mais conhecidos advindos da destruição das áreas ecologicamente vulneráveis são a redução da capacidade de armazenamento de água na bacia hidrográfica e a degradação dos solos, entre outros efeitos. O objetivo é este, que sejam melhor debatidos pelo país os desafios da agricultura familiar relacionados ao desenvolvimento sustentável”, afirmou Medeiros.