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Medeiros discute no Senado política de preços dos combustíveis e monopólio da Petrobras

Fonte: Da redação
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Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza audiência pública interativa para debater sobre: "Política de preços e reajustes do gás, etanol, gasolina e diesel". Em pronunciamento, senador José Medeiros (Pode-MT) à bancada. Foto: Pedro França/Agência Senado

A alta dos combustíveis, a pressão dos caminhoneiros para mudar a política de preços, o lucro excedente da Petrobras e o monopólio da estatal no setor foram os principais pontos tratados em audiência pública, proposta pelo senador José Medeiros (Pode-MT), da Comissão de Direitos Humanos (CDH), nesta terça-feira (12.06).

Para Medeiros, a política de preços não pode ser determinada pela Petrobras. A Agência Nacional do Petróleo (ANP), segundo disse, por ser agência reguladora, é quem deve cumprir esse papel, em defesa dos interesses do país. “Se eu sou dono de uma padaria, eu coloco o preço que eu quiser no pão, claro que se não tiver quem regule esse negócio. É o mesmo que acontece com o mercado da aviação, da telefonia e dos combustíveis”, exemplificou.

O gerente geral de Marketing da Petrobras, Flávio Santos Tojal, atribuiu a alta dos preços à cadeia de produção e distribuição do álcool e do biodiesel. Segundo ele, como os únicos produtos puros fornecidos pela Petrobras são gasolina e diesel, os demais combustíveis são fruto de um processo de adição de componentes realizado pelas distribuidoras, o que influencia no preço final.

Assentamentos – José Medeiros esteve ainda na manhã desta terça-feira na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), para audiência na Diretoria de Desenvolvimento de Projeto de Assentamentos do órgão para tratar das questões relacionadas à regularização fundiária na cidade de Itanhangá, no estado de Mato Grosso.

Medeiros esteve acompanhado do prefeito Edu Laudi Pascocki e de representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itanhnagá. Eles devem se reunir agora com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.