Mauro Mendes espera coragem de Bolsonaro em reforma da previdência
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Mauro Mendes espera coragem de Bolsonaro em reforma da previdência

Fonte: Da Redação NMT
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Governador eleito apoio candidato do PSL no segundo turno. Foto - Assessoria

Governador eleito de Mato Grosso com larga vantagem em relação aos oponentes, o que lhe deu vitória ainda em primeiro turno, Mauro Mendes (DEM) esteve em Brasília, nesta semana, para falar com a bancada federal, visitou ministérios e outros setores estratégicos para sua gestão que inicia-se em janeiro próximo. Indagado sobre a expectativa que tem sobre o governo de Jair Bolsonaro (PSL), presidente eleito no último dia 28 de outubro, o democrata citou que aguarda a confirmação do que foi prometido pelo social-liberal. Citando a seriedade, algo que mostrou esperar do novo presidente, Mauro defendeu que Bolsonaro precisa fazer a reforma da previdência.

“Nós brasileiros esperamos muito. Primeiro que ele possa cumprir tudo aquilo que ele pactuou e prometeu que faria. É importante ter coragem para fazer os enfrentamentos aos problemas graves que temos. Precisamos fazer uma reforma da previdência neste país, porque não dá mais para aceitar que um pequeno grupo de pessoas aposente ganhando R$ 30 mil por mês, enquanto a maior parte dos brasileiros aposente ganhando, na média, ganhando entre R$ 1.400,00 a R$ 1.500,00. Isto é injusto e nós precisamos corrigir isso para que a Previdência não drene as contas públicas e siga retirando dinheiro de todos para pagar tão pouca gente, em detrimento a grande maioria que não tem esta condição”, comentou.

Mauro também mostrou expectativa nas políticas de segurança pública do novo presidente, ressaltando a importância do objetivo principal de dar qualidade de vida ao cidadão de bem. Reunido com a bancada federal atual, Mendes conseguiu incluir para sua gestão no primeiro ano de mandato exatos R$ 169 milhões de emenda coletiva e impositiva para atendimento da saúde. A exemplo do que havia sido feito com Pedro Taques, em 2018, os parlamentares aceitaram a condição de unirem a parcela que cada um tinha direito de indicar para que o montante maior socorra, via Governo do Estado, os hospitais regionais de Mato Grosso.