Mattos retorna ao Brasil, e Palmeiras trata Borja como contratação inviável
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Mattos retorna ao Brasil, e Palmeiras trata Borja como contratação inviável

Fonte: Felipe Zito e Tossiro Neto
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A não ser que o Atlético Nacional diminua a pedida de 15 milhões de euros (cerca de R$ 51 milhões, na cotação atual), Miguel Borja dificilmente irá para o Palmeiras. É esse o entendimento da diretoria chefiada por Alexandre Mattos, que voltou ao Brasil nesta quarta-feira.

Na última semana, o homem forte do futebol palmeirense esteve na Inglaterra para resolver pendências que ainda travavam a transferência de Gabriel Jesus ao Manchester City e aproveitou para tratar de outros assuntos com pessoas ligadas ao futebol europeu.

A reportagem ouviu que um desses encontros teria sido com Kia Joorabchian, agente de grande influência no país, que poderia encontrar um clube disposto a comprar os direitos econômicos do atacante colombiano e, de início, repassá-lo por empréstimo. O Palmeiras nega reunião de Mattos com o empresário.

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A chegada do jogador de 23 anos, no entanto, não foi totalmente descartada pelo clube em nenhum momento. Em contrapartida, cada vez mais é vista como algo distante. Internamente, resta a esperança de que a diretoria do Atlético Nacional se convença a fazer negócio por valor muito inferior ao que vem pedindo desde o fim do ano passado.

Um dos motivos para não desistir é a sensação de que o atleta tem interesse em vestir a camisa alviverde e repetir parceria campeã da Taça Libertadores com o meia venezuelano Alejandro Guerra, recém-contratado para reforçar o Palmeiras.

No início desta semana, ao desembarcar no Rio de Janeiro (onde nesta quarta-feira defende a Colômbia em amistoso contra a seleção brasileira), Borja foi questionado sobre uma possível transferência e desconversou, mas afirmou que “as diretorias que estão cuidando disso”.