Maggi deve levar dois do PR e PMDB será maior bancada da...
Fullbanner1

Fullbanner2


Maggi deve levar dois do PR e PMDB será maior bancada da Assembleia

Peemedebistas costuram acordo para ter até sete representantes no Legislativo

Fonte:
SHARE
Foto - Chico Ferreira (GD)

Eleita em 2014 a maior bancada da Assembleia Legislativa, o Partido da República (PR) tende a se enfraquecer com a saída do senador Blairo Maggi que aguarda apenas a promulgação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) aprovada pelo Senado que autorizada a mudança de partido sem a perda de mandato. O destino dele será o PMDB.

Conforme apurado nos bastidores, o deputado estadual Emanuel Pinheiro já teria decidido em migrar também para o PMDB. Outro parlamentar do PR que vai acompanhar Maggi é o deputado de quarto mandato, Wagner Ramos.

Líder do governo no Legislativo nos tempos de Blairo Maggi governador de Mato Grosso, o deputado estadual Mauro Savi foi assediado para ingressar no PMDB. Porém, decidiu que vai migrar para o PSB, onde acredita que poderá ter mais espaço na direção estadual e concorrer com maior liberdade para a reeleição em 2018.

Assim, permanecerão no partido somente os deputados estaduais Ondonir Bortolini, o Nininho, e Sebastião Rezende, sendo que este último também tem recebido convites para ingressar no PMDB diante da influência que Blairo Maggi costura com os peemedebistas.

Assim, um novo cenário político em Mato Grosso começa a se desenhar com o PMDB assumindo o posto de maior legenda da Assembleia Legislativa chegando a seis ou até sete representantes. A quantidade é considerada expressiva, bastando lembrar que pelo regimento interno do Legislativo basta apenas oito assinaturas para abrir uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), o que corresponde a  1/3 dos 24 deputados estaduais.

Atualmente, o partido detém três cadeiras que são ocupadas por Romoaldo, Junior, Silvano Amaral e Baiano Filho. Também irá reforçar a bancada da legenda a deputada estadual Janaína Riva que recentemente recebeu aval da Justiça Eleitoral para deixar o PSD por divergência política com o grupo do vice-governador Carlos Fávaro.

O PMDB pertence, em tese, ao grupo político da oposição, pois apoiou a candidatura do petista Lúdio Cabral ao governo do Estado nas eleições de 2014. No entanto, desde o começo da legislatura, nenhum dos três parlamentares adota postura de oposicionista a gestão do governador Pedro Taques (PSDB).

No entanto, o próprio governador descarta ter o partido como “aliado”. O governador alega que precisa manter sua coerência política, onde se elegeu criticando o modelo de gestão ex-governador Silval Barbosa (PMDB). “Não posso do dia para a noite passar óleo de peroba na cara e ter o PMDB no governo”, disse.

Fonte: FolhaMax

Montreal