Leitão ameaça rompimento e diminui importância de Selma e PSL
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Leitão ameaça rompimento e diminui importância de Selma e PSL

Fonte: Da Redação NMT
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Foto - RepórterMT

Líder do PSDB em Mato Grosso e disparadamente com maior influência com os correligionários do que o governador Pedro Taques (PSDB), candidato a reeleição, o deputado federal e pré-candidato ao Senado Federal, Nilson Leitão, falou pela primeira vez publicamente sobre as desastrosas declarações da ex-juíza, Selma Arruda (PSL), sua até então companheira de chapa rumo a luta pelas duas vagas disponíveis ao mais nobre parlamento do país.

Em vídeo amplamente divulgado pelas redes sociais, Selma disparou que “aquele que acredita na Selma, mas não acredita em A ou B que está na coligação, não precisa votar. Se votar na Selma, pode votar em outro governador, deputado federal, estadual ou senador”. A situação pegou mais demais com os tucanos, que já iniciaram a pressão em cima de Leitão para derrubar a ex-magistrada. Quieto até então, Leitão acabou se pronunciando sobre o assunto e diminuiu a importância do PSL, bem como indicou a chance de mitas coisas mudarem até o dia das convenções.

“Até dia 5 tudo é possível. Alianças podem se formar e se separar até o dia 5 (…) A juíza Selma não tem tempo de TV, não tem estrutura partidária, não tem militância. Isso, sou que estou dando a ela como pré-candidato a senador. Vou pedir lealdade e sinceridade. E não foi isso que ela me disse quando nos reunimos. Disse que estava tudo harmonizado. Agora, vamos corrigir os ruídos e ver se ela diz em público o que falou a portas fechadas”, disse, reiterando o tom de ameaça.

Pelo jeito, a estratégia eleitoral da juíza veio antes do tempo, cedo demais. Se ela esperasse, ao menos, as convenções para iniciar o fogo amigo ou mesmo que usasse da esperteza para fazê-lo nos bastidores, provavelmente isso não estaria ocorrendo. “Não ser do ramo” pode até ajuda-la junto ao povo, mas antes disso ela precisa realmente ser candidata.