Juízes em situação de risco passam a utilizar coletes em MT
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Juízes em situação de risco passam a utilizar coletes em MT

Fonte: Da Redação - Com Folhamax.
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Foto: Reprodução.

Com o intuito de aumentar o nível de segurança dos membros do Poder Judiciário, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio da Coordenadoria Militar, adquiriu 15 coletes à prova de balas que serão utilizados por magistrados em situação de risco e em situações ostensivas. Por serem materiais de uso restrito do Exército, os coletes foram adquiridos por meio de um Termo de Cooperação entre o TJMT e a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp – MT).

De acordo com o assessor militar de contratos do Tribunal, major Gabriel Leal, os coletes balísticos são de grande qualidade e possibilitam mobilidade ao usuário. “Estes coletes são o que há de mais avançado em termos de tecnologia para esse perfil de usuário. São modeláveis, leves, flexíveis, se ajustam ao corpo e podem ser utilizados sem problema ou desconforto por baixo do paletó ou camisa. Ele é extremamente resistente e suporta calibres superiores ao 38”, explicou.

Aprimoramentos

Além dos novos equipamentos e capacitações realizadas, a Coordenadoria Militar do TJMT está desenvolvendo diversos projetos para aprimorar a segurança dos servidores, magistrados e jurisdicionados do Poder Judiciário mato-grossense. Em 2018 serão implementados os macroprojetos de segurança elaborados por consultoria especializada, que envolvem uma série de adequações e melhorias na estrutura de segurança das unidades de todo o estado.

As vistorias das unidades judiciárias começaram ainda em 2017 e seguem neste ano. Segundo o major Gabriel Leal, os anteprojetos de segurança com os estudos realizados e propostas de adequação já começaram a ser analisados. “Com base nesses anteprojetos, estamos nos reunindo com o setor de Tecnologia da Informação (TI) e de obras para discutir especificações e viabilidade técnica. Estamos realizando esse projeto a muitas mãos, analisando os projetos individuais até chegarmos a um projeto final executável”, explicou o assessor militar.