Jogadora transgênero no vôlei divide opiniões nas quadras
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Jogadora transgênero no vôlei divide opiniões nas quadras

Fonte: Da Redação
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Biologia não tem ideologia! É nesta lógica que algumas jogadoras de vôlei estão se manifestando contra a participação de homens transgênero na modalidade feminina. A ex jogadora Ana Paula e a jogadora Tandara se pronunciaram recentemente e decidiram discursar ao desencontro do politicamente correto.

O novo destaque é a jogadora Tiffany que vem pontuando nas quadras mas seu desempenho está sendo questionado por outras jogadoras, mesmo com a aprovação e comprovação do Comitê Olímpico internacional que avaliou como baixos, os índices de testosterona no sangue da atleta.

Ambas jogadoras acreditam que por mais que tenham submetido a cirurgias e a tratamentos hormonais, a genética e a estrutura de Tiffany jamais será de uma mulher e sempre terá vantagens no que diz respeito a força e outros quesitos, pois seu tratamento ocorreu com 30 anos, e antes disso teve toda a sua formação com hormônios masculinos.

O técnico do Clube de Pinheiros, Paulo de Tarso pede em entrevista a um programa de televisão direcionado ao esporte, que a situação da jogadora seja analisada, pois existe uma diferença e salienta que não é homofóbico. A mesma opinião se dá a Paulo Coco, técnico do Praia Clube que também solicita revisão do caso pelo Comitê e Federação Nacional.

Já as jogadoras Aline e Malu do time de Brasília e Angélica de Bauru, reconhecem que a jogadora se sobressai em quadra, mas que não seria nada extraordinário, pois erra como todas as demais.

No UFC as polêmicas também estão ocorrendo devido a recentes lutas em que os homens modificados geneticamente, estão levando em mulheres ao chão do octógono e faturando os cinturões.

Nos tempos modernos tudo está muito relativo. Tempos difíceis para julgamento, tempos confusos para todos, debates infinitos da sociedade, ou seja, polêmica no ar.