Grana, invencibilidade e provocação: o quanto vale o clássico para o Fla?
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Grana, invencibilidade e provocação: o quanto vale o clássico para o Fla?

Fonte: GloboEsporte.com
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A vitória diante do Bangu no meio da semana colocou o Flamengo em situação confortável no Campeonato Carioca. Com antecipação considerável, o time se garantiu na fase final do torneio com a vantagem do empate. Além disso, jogar a fase final da Taça Rio pode virar uma “furada”. Isso porque o regulamento prevê que os cartões sejam zerados após as fases de grupos. Diante deste cenário, o Rubro-Negro encara o rival Vasco neste domingo, em Brasília, e o GloboEsporte.com listou cinco razões para o confronto ainda ser tratado com atenção: 

O último carioca invicto

O Flamengo é o único invicto do Campeonato Estadual. Na semana passada, o Fluminense perdeu pela primeira vez para o Nova Iguaçu. São 10 jogos, nove vitórias e apenas um empate no primeiro e segundo turno.

Provocação de Eurico

Por mais que o resultado clássico não altere a programação e os planos do Flamengo no Carioca, o rival tratou de jogar um tempero extra – de novo – na disputa. Ao apresentar o novo técnico do Vasco, Milton Mendes, Eurico Miranda avisou:          

– É absolutamente normal ganhar do Flamengo. É só ver os números. Nos últimos dez jogos, eles não ganharam nove. Ganhar do Flamengo é normal. Perder para o Flamengo que é anormal.

A hegemonia na Taça Rio

Vencer o Vasco mantém o Flamengo firme no segundo turno. É verdade que o Rubro-Negro já tem vaga e vantagem do empate garantidas para a semifinal do torneio. Mas vencer a Taça Rio coloca o time isolado como maior campeão do torneio. Atualmente, está empatado com o Cruz-Maltino com nove canecos do segundo turno. Nos anos de 2015 e 2014, o modelo excluía os clubes grandes. 

Mais grana no bolso

De fato, a Taça Rio não pode mais trazer benefícios ao Flamengo para a semifinal do Campeonato Carioca. No entanto, a equipe que levantar o caneco ganhará a premiação de R$1 milhão. 

Chance para os ”Garotos do Ninho”

Com Diego e Guerrero nas respectivas seleções, os garotos Lucas Paquetá, Matheus Sávio e Felipe Vizeu têm chances. Em 5 de novembro 1989, com o Vasco altamente favorito e no dia do primeiro Clássico dos Milhões de Bebeto como vascaíno, o jovem Bujica resolveu a parada com dois gols. Embora o jogo não decidisse nada, o prata-da-casa jamais foi esquecido.