GRAMPOLÂNDIA: bate-boca com cabo enfraquece Selma ainda mais
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GRAMPOLÂNDIA: bate-boca com cabo enfraquece Selma ainda mais

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Foto - Ednilson Aguiar/OLivre

O depoimento do cabo da Polícia Militar e réu confesso do esquema da grampolândia, Gerson Luiz Correa Junior,  nesta semana, sobre a solicitação da ex-juíza, Selma Arruda (PSL), para instalação das escutas ilegais de políticos de Mato Grosso investigados e alvos das sentenças da atual candidata ao Senado Federal, enquanto magistrada, caiu como uma bomba em sua cabeça. Segundo Gerson, a preocupação de Selma, que atuava na Sétima Vara Criminal de Cuiabá, era detectar antecipadamente qualquer planejamento de atentado contra ela. O caso levou, por exemplo, o ex-secretário chefe da Casa Civil, Paulo Taques, para a cadeia em 27 de setembro de 2017. A ex-juíza, que preparava uma campanha alimentada por um discurso calcado na moralidade e que já teve de expor publicamente uma união com Nilson Leitão (PSDB), denunciado por inúmeras irregularidades, novamente é enfraquecida neste propósito. Em sua defesa, ela insinuou articulação de adversários contra ela e atribuiu estranheza na postura do cabo, como se tivesse entregando uma encomenda. De toda maneira e segundo até as pesquisas apontam, Selma deve ser nas eleições bem menor do que parecia que seria.