Governo destina R$ 40 milhões para reforma de Hospital Regional de Rondonópolis...
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Governo destina R$ 40 milhões para reforma de Hospital Regional de Rondonópolis e mais sete

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Foto: Hospital Regional de Rondonópolis/Internet.

O governo do Estado vai destinar R$ 40 milhões para as reformas estruturais dos hospitais regionais. A quantia também será utilizada para capacitação dos servidores e funcionários em busca de um atendimento mais humanizado. Mato Grosso tem atualmente seis hospitais regionais nos municípios de Alta Floresta, Colíder, Cáceres, Sorriso, Sinop, Rondonópolis, além do Hospital Metropolitano de Várzea Grande.Estão sob gestão de OSSs os hospitais regionais de Rondonópolis e Cáceres, os demais estão sob intervenção do estado.

A decisão foi tomada, ontem, em uma reunião do governador Pedro Taques com os secretários de Estado de Saúde, Eduardo Bermudez; de Planejamento, Marco Marrafon; de Fazenda, Paulo Brustolin; adjunto de Gestão, Joelson Matozzo; e o procurador-geral do Estado, Patryck Ayala. Conforme o secretário Eduardo Bermudez, o orçamento será utilizado para a modernização das estruturas e ampliação dos espaços para fornecer mais conforto aos pacientes. Segundo Bermudez, o investimento na capacitação dos servidores tem o objetivo de criar um atendimento cada vez mais humanizado.

De acordo com o secretário, o Estado busca uma padronização das estruturas físicas e do atendimento nas unidades. O principal objetivo dos investimentos é descentralizar os serviços e evitar que os cidadãos precisem viajar grandes distancias em busca de médicos.

Com base nisso, o governo também está estudando modelos de parcerias público-privadas (PPP) para investir nos hospitais referências de Mato Grosso e levar atendimentos de média e alta complexidade para todas as regiões de Mato Grosso.

Bermudez ressaltou que o Estado continuará investindo na saúde da Grande Cuiabá por ser referencia estadual. Ele afirmou que a ideia é fortalecer a parceria de cogestão com a capital para continuar melhorando o atendimento. “Não podemos esquecer da Grande Cuiabá, o olhar de rede tem que ser amplo, temos aqui as grandes unidades e estruturas para alta complexidade, que enxergar aqui quais são as unidades que precisam de aporte, mas tudo com acompanhamento”.

Fonte: SóNotícias

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