Gaeco denuncia 17 pessoas acusadas de vários crimes em comércios da Capital
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Gaeco denuncia 17 pessoas acusadas de vários crimes em comércios da Capital

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Foto: Imagem Ilustrativa

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), ofereceu na quarta-feira (13) denúncia contra 17 pessoas, acusadas da prática de vários crimes em comércios da Capital. A atuação da organização criminosa veio à tona com a “Operação Mercatore”, realizada pela Polícia Civil em dezembro do ano passado.

De acordo com a denúncia, os acusados foram responsáveis pela prática de furtos, roubos, receptações, falsidade ideológica, lavagem de capitais, estelionato e extorsão mediante sequestro. Conforme apurado durante as investigações, o grupo movimentou aproximadamente R$ 1.758.833,42. Na denúncia foram apontados 15 fatos que comprovam a atuação da organização criminosa.

Segundo o Gaeco, o líder do grupo encomendava objetos eletrônicos aos executores dos roubos e furtos que eram formatados e colocadas à venda em lojas do Shopping Popular que pertenciam ou eram utilizadas pelos denunciados. Os “negócios” eram fomentados por meio da obtenção de empréstimos através da utilização de documento falso e da constituição ilícita de empresas.

Lista dos denunciados

João dos Santos Filho – conhecido como ‘Tom’ foi denunciado como líder da organização;

Odair Coelho Vas – vice-líder da organização criminosa;

Luiz Carlos da Silva –  figurava como sócio do fictício Odair Francisco Vaz na constituição da empresa R.A.G Comércio de Informática LTDA EPP.

Andrea Cristina Moura Figueiredo Santos – esposa de João dos Santos Filho e proprietária de empresa de fachada JS Informática;

Fábio José Prado Gomes – é genro de ‘Tom’, servia às atividades ilícitas da organização criminosa prestando apoio administrativo nas lojas por eles mantidas no Shopping Popular;

Felipe Figueiredo Santos – é filho de ‘Tom’, responsável pelo núcleo de suporte técnico aos aparelhos eletrônicos receptados, preparando os para colocação à venda nas empresas do grupo criminoso.

Bruna dos Santos Souza – é nora de ‘Tom’ atuava de várias maneiras na organização criminosa, seja pela comercialização dos produtos eletrônicos das lojas do grupo, pelo apoio na assistência técnica junto ao marido Felipe e pela constituição da empresa Bruna dos Santos M.E, para servir aos interesses e atividades da organização;

Camila Figueiredo Santos – é filha de ‘Tom’ atuava no núcleo de comercialização dos produtos eletrônicos “estocados” pela organização criminosa. Além disso, constituiu a empresa Camila Figueiredo Santos – ME, com nome fantasia C.F. Informática, a qual, da mesma forma da empresa constituída por Bruna, sua cunhada, estava a serviço do grupo chefiado por seu pai;

Ivan Fortes de Barros – era conhecido por ser o componente do núcleo responsável por conseguir financiamentos bancários para o grupo criminoso, assessorando a chefia da organização e produzindo documentação falsa necessária às atividades ilícitas.

Joester Emanuellita Mohn de Abreu – mais conhecida como Jô, era gerente do Banco do Brasil recebeu vantagens indevidas consistentes em aparelhos eletrônicos.

Florival Dantas Neto – conhecido como vulgo ‘Neto’ era mais um dos executores dos crimes contra o patrimônio que abasteciam os negócios da organização nas lojas do Shopping Popular;

Marcel Souza Abe – vulgo ‘Japão faz parte da “comissão de frente” da organização criminosa, sendo ele um dos responsáveis pela prática dos crimes contra o patrimônio, cujas resfurtivas eram destinadas à venda nas lojas no Shopping Popular, pertencentes aos demais integrantes do bando.

Welliton da Costa Souza – Mais conhecido como vulgo ‘Quati’, também fazia parte do grupo que executava os crimes contra o patrimônio, sendo um dos responsáveis pela subtração dos objetos que posteriormente seriam colocados à venda nas lojas do Shopping Popular;

Anderson Marcelo da Silva – Era conhecido como ‘Chica Chica’ fazia parte da comissão de frente da organização;

Luiz Gonzaga Frutuoso Braga – figurava como sócio do fictício Odair Francisco Vaz na constituição da empresa R.A.G Comércio de Informática LTDA EPP.

Rogério Costa Ribeiro – Policial Civil, agindo em cooperação mútua, sequestraram a vítima
Odair Coelho Vas, com o fim de obter, para si e para outrem, vantagem econômica, como condição de resgate.

Augusto Ribeiro Amorim – Policial Civil, agindo em cooperação mútua, sequestraram a vítima
Odair Coelho Vas, com o fim de obter, para si e para outrem, vantagem econômica, como condição de resgate.

 

Fonte: Gazeta Digital

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