FÍGADO INCHADO: aliados de Percival fazem “politicagem” com taxa de lixo para...
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FÍGADO INCHADO: aliados de Percival fazem “politicagem” com taxa de lixo para atacar Pátio

Fonte: Da Redação
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Foto - Ascom

Aliados do ex-prefeito Percival Muniz (PPS), que andam rezando para que a delação do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, José Riva, não saia nunca, resolveram usar as redes sociais, nos últimos dias, para inflamar ataques populares contra o atual prefeito Zé Carlos do Pátio (SDD), que os derrotou nas urnas, em 2016, com fim de apagar uma deliberação realizada exatamente na última gestão criando a “taxa do lixo”. Em 2013, a gestão Muniz, em seu primeiro ano de novo trabalho, resolveu enviar para apreciação dos vereadores um projeto lhe possibilitava cobrar valores dos contribuintes para coleta de lixo, visando a instalação de um aterro sanitário na cidade, atendendo as exigências da lei federal n° 12.305/2015, regulada pelo decreto 7.404/10, que versa sobre a implantação em todo território brasileiro da Política Nacional de Resíduos Sólidos, atribuindo a estados e municípios várias obrigações.

A bem da verdade é que Percival, assim como outros gestores, aliás, como todos prefeitos do estado nos últimos anos, não se mexeu a fim de buscar recursos públicos ou encaminhar investimentos próprios da Prefeitura para construir um aterro sanitário em Rondonópolis e já encaminhou toda legislação pronta para uma privatização do novo sistema de destinação dos resíduos sólidos. Na própria legislação federal referida, consta a necessidade de cobrança dos cidadãos, até para que possa ser possível a manutenção de toda a estrutura envolvida que vai garantir mais qualidade de vida e proteção ambiental aos moradores da cidade. Hoje, a empresa que tomou frente da gerência do aterro, até por mostrar viabilidade técnica para tanto, é o Seger – Serviço de Gerenciamento de Resíduos, que venceu o processo licitatório e que cobrará do Município cerca de R$ 90,00 por tonelada de lixo que chegar até o aterro.

Em linhas gerais, Percival só não iniciou a cobrança desde 2013 porque não conseguiu ver o aterro iniciar funcionamento ainda em sua gestão, o que se efetivou só no último mês de setembro. O valor agora que passará a ser dos munícipes, a famigerada taxa, é a única maneira de pagar o Seger, já que o Município não tem outras fontes de arrecadação para serem utilizadas para este fim. Embora a rigorosidade da lei federal vem sendo claramente afrouxada para dar “tempo” aos gestores do Brasil todo dar um melhor destino para o lixo de suas cidades, em virtude do mal momento orçamentário da maioria das prefeituras, Pátio se precavê de problemas com a justiça, que já batiam à sua porta, cumprindo à risca as novas determinações conhecidas ainda em 2010 quando põe para funcionar o aterro.

Quem faz críticas nos facebooks e whats apps por aí, sobretudo aqueles que têm cargo público e deveriam estar trabalhando, simplesmente quer fazer com que a desinformação de alguma maneira traga benefícios político aos seus aliados. Principalmente quando falamos de ex-secretários municipais e homens de confiança de Percival, que sabem não haver outra saída para o caso, estes merecem o questionamento popular sobre qual então seria a saída caso não esta agora apresentada? O grande problema do Brasil é que não dá para taxar demagogia e a hipocrisia, caso contrário os cofres públicos de Rondonópolis, por exemplo, estariam derramando.

Montreal