EXCLUSIVO: Fenômeno das redes, jornalista quer fim do voto de cabresto em...
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EXCLUSIVO: Fenômeno das redes, jornalista quer fim do voto de cabresto em MT

Fonte: Da Redação NMT
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Paranaense de nascimento, jornalista morou boa parte da vida em Cuiabá. Foto - JornalDaJoice

Dona de uma das páginas de Facebook (mais 1,2 milhão de seguidores), twitter e de um canal no youtube que figura entre os mais vistos da rede, a jornalista Joice Hasselmann é considerada uma “digital influencer” entre as mais relevantes do Brasil no que tangue a pauta política. Em entrevista exclusiva ao NMT, nos últimos dias, a pré-candidata ao Senado Federal por São Paulo e pelo PSL – de Jair Bolsonaro – comentou sobre Mato Grosso, onde morou boa parte dos seus 40 anos de vida, e mostrou preocupação com o estado.

À distância, a jornalista que se destaca no combate a corrupção citou os potenciais mato-grossenses e a necessidade do fim do chamado voto consciente da população para a conquista de uma política verdadeiramente renovada. Ela alertou sobre os tradicionais métodos de divisão de espaço político no estado, mantendo os mesmos nomes há anos nos cargos eletivos.”Não é de hoje que a política de Mato Grosso é conhecida como uma política de cabresto, em que os “coronéis” e suas grandes famílias, que sempre tomaram conta do assunto, alternam o poder. Eles sitiaram o estado e fizeram uma política praticamente de gangue em busca do poder”, avaliou.

Joice pontuou que os enquadramentos ao ex-presidente da Assembleia, José Riva, e ex-governador, Silval Barbosa, que acabaram presos por fraudarem os cofres públicos, foram ações simbólicas de um movimento que precisa ganhar ainda mais força. “Tem que prender mesmo, aplaudo o que está sendo feito e espero que outros corruptos também acabem na cadeia (…) Eu espero ainda que a população de Mato Grosso renove sua Assembleia, seus membros do Congresso e renove o Governo. É um estado rico, que tem o agronegócio, tem o boi no campo, tem um comércio e uma industria cada vez mais forte e tem um povo que merece uma política melhor”, disse.

Vida em Cuiabá

Em relação ao tempo que morou em Mato Grosso, a paranaense de Ponta Grossa mostrou que ainda guarda raízes na terra do Pantanal. “Eu tenho uma relação muito forte com Cuiabá. Meu pai morou lá e eu morava com ele enquanto criança. Cheguei bem pequenininha, cerca de 6 anos de idade e fiquei até os 17. Neste tempo, eu fiquei indo e voltando do sul, mas parte da minha infância e adolescência foi em Cuiabá. Tenho um carinho muito grande pelo Mato Grosso, muitos parentes ainda moram no estado. Aliás, estou precisando fazer uma visita”, comentou.