Empáfia de juíza e Galli diminui ainda mais PSL em MT
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Empáfia de juíza e Galli diminui ainda mais PSL em MT

Fonte: Da Redação NMT
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Montagem NMT - Fotos: Gilberto Leite/RDNews e GD

A confirmação da aliança com Pedro Taques (PSDB), acabou por descontentar várias lideranças do PSL em Mato Grosso, que já estavam no partido muito antes de Jair Bolsonaro, juíza Selma Arruda e Victório Galli, atual presidente da sigla no estado. Muitos, inclusive, já garantiram que cruzarão os braços em relação a apoiar os projetos pessoais do trio citado e vários, inclusive, pediram o boné, não só pelo descontentamento com o rumo político, mas pela maneira como foram tratados pela nova direção estadual. É o caso, por exemplo, do vice-prefeito de Rondonópolis, Ubaldo Barros, que comandava o partido na cidade e decidiu por abandonar a agremiação partidária em virtude de já ter confirmado seu apoio pessoal ao pré-candidato, Wellington Fagundes (PR), atual senador que tem como domicílio eleitoral a maior cidade do interior. Com seus 10 segundos de TV, o PSL acabou ganhando projeção nacional com a candidatura de Bolsonaro, mas na prática de composição deve ter problemas com seus poucos projetos majoritários pelo Brasil em virtude de seu pouco lastro político no interior e estrutura quase inexistente oferecida pelo partido. No Mato Grosso, a postura arrogante e coronelista de Selma e de Galli é outro ingrediente que deve afastar muita gente como Ubaldo, que já não vê o partido como sua casa. “O PSL que eu havia entrado perdeu o comando no Estado, somente em Rondonópolis que não, pois tinha dois vereadores e um vice-prefeito. Além de tudo, após declarar apoio ao projeto de Wellington Fagundes, a doutora Selma chegou a pedir para me cassar da presidência do partido”, disse Ubaldo ao jornal A Tribuna, citando que a juíza e Galli se vêm “acima do partido”.